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日志


11月15日

música / Elvis Presley

Fio de cabelo de Elvis Presley é vendido por R$ 3 mil

Da EFE

Um fio de cabelo de Elvis Presley recolhido nos Estados Unidos por seu cabeleireiro particular foi leiloado por mil libras - cerca de R$ 3 mil - neste sábado (14).

A casa de leilões Henry Aldbridge and Son, localizada no condado de Wiltshire, arrecadou muito mais do que o esperado ao conseguir vender o fio de cabelo bem acima do preço estimado de entre 150 e 250 libras (entre US$ 250 e US$ 417).

O fio foi emoldurado junto a uma fotografia do "rei do rock" e possui um certificado de autenticidade.

Segundo os leiloeiros, o fio de cabelo foi adquirido inicialmente em setembro de 2002 das mãos de Thomas Morgan, que trabalhava no escritório do xerife do condado de Shelby, nos Estados Unidos, e conheceu Elvis pessoalmente.

Morgan recebeu o fio de cabelo de Homer Gill Gilleland, barbeiro de Elvis por 20 anos.

Gilleland costumava acompanhar o cantor em suas excursões e se encarregava de tingir e cortar seu cabelo.

Aparentemente, o cabeleireiro conservou uma grande quantidade de fios de cabelo de Elvis em uma bolsa de plástico até a morte do artista, em 1977.

Após o falecimento, Gilleland começou a vender os fios em uma loja de lembranças próxima à mansão de Graceland, em Memphis (EUA), onde Elvis morou.

Fonte: G1

11月12日

música / Aerosmith

No palco com Joe Perry, Steven Tyler nega saída do Aerosmith

O vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, se juntou a Joe Perry durante apresentação em Nova York para esclarecer o futuro da tradicional banda de rock.

"Nova York, quero que você saiba que não estou deixando o Aerosmith", disse Tyler a fãs em uma aparição surpresa na terça-feira (10) à noite, durante show do projeto solo de Perry, informou o site da "NME".

Tyler, de 61 anos, e Perry, seu parceiro por 40 anos, cantaram uma versão de "Walk this way", um dos clássicos do Aerosmith.

O futuro do grupo é incerto desde que uma turnê pela América do Norte foi reduzida após a queda de Tyler no palco, e relações entre Perry e Tyler terem esfriado com mensagens duras no Twitter e dúvidas sobre a permanência de Tyler na banda.

Tyler disse ao site de celebridades "TMZ" após a apresentação de terça-feira que "há absolutamente nenhuma validade o rumor de que o Aerosmith está se separando".

Sobre a presença de Tyler em seu show, Perry disse: "ele não poderia ficar de longe". Perguntado sobre os rumores de desmanche do grupo, Perry disse ao "TMZ": "Nada disso é verdade".

Fonte: G1

9月29日

/ música / beatles

Morre a mulher que inspirou ‘Lucy in the sky with diamonds’ dos Beatles

Do G1.

Lucy Vodden, que inspirou a música 'Lucy in the sky with diamonds', dos Beatles. (Foto: Reprodução)

 A versão real da Lucy da música “Lucy in the sky with diamonds”, dos Beatles, morreu depois de uma longa batalha contra o lúpus.
A morte de Lucy Vodden aos 46 anos foi anunciada pelo St. Thomas' Hospital, em Londres, onde ela se tratava.
O hospital declarou nesta segunda-feira (28) que ela morreu após batalhar contra a doença por anos.
Vodden chamou a atenção de John Lennon quando Julian, filho do cantor, veio da escola para casa um dia com um desenho que ele dizia ser de “Lucy no céu com diamantes” (“Lucy in the sky with diamonds”, em inglês).
Lennon usou o desenho como inspiração na obra-prima da psicodelia, associada por muitos fãs ao uso de LSD.
Julian Lennon voltou a se encontrar com Vodden nos últimos anos ao saber que ela sofria da doença.
O lúpus é uma doença crônica onde o sistema imunológico ataca os próprios tecidos do paciente.

 

 

 

 

 

8月31日

40 anos do Festival de Woodstock

40 anos depois, Woodstock sai do armário: um gay salvou o festival

Agosto de 1969. Centenas de milhares de pessoas se reúnem em uma fazenda em Bethel, a 145 km de Nova York, para celebrar a música, o amor livre e os ideais da contracultura. Quarenta anos, algumas dezenas de discos, livros e documentários depois, a história do lendário Festival de Woodstock é mais do que conhecida. O que muitos ainda desconhecem é a história de Elliot Tiber, “o gay que salvou Woodstock”.

Tema de “Taking Woodstock”, comédia de Ang Lee que chega aos cinemas até o final deste mês, Tiber foi o sujeito que indicou e intermediou o aluguel da fazenda que sediou o festival, nos dias 15, 16 e 17 de agosto daquele ano. Exatamente um mês antes da abertura do evento, inicialmente previsto para acontecer em Wallkill para um público estimado de 50 mil pessoas, a câmara de vereadores da cidade cancelou a licença de realização do festival, deixando o produtor Michael Lang e seus sócios com um abacaxi de US$ 2 milhões já investidos em estrutura de palco, som e técnicos.

 

“De repente, parecia que tudo aquilo poderia mudar. O Festival de Artes e Música precisava de um lar e de uma licença. ‘Tenho a licença’, pensei comigo. ‘E posso garantir um lugar para o evento ’”, escreveu Tiber no livro de memórias recém-lançado no Brasil (editora Best Seller), batizado de “Aconteceu em Woodstock”. “‘Meu Deus! A gente pode sediar esse troço!’”, continuou ele, que, então aos 34 anos, dividia seu tempo entre o trabalho no El Monaco, hotel de beira de estrada comprado por seus pais, e a presidência da Câmara de Comércio de White Lake, comunidade vizinha a Bethel.

No livro e no filme, os eventos que se sucederam são narrados em ritmo alucinante – da chegada do helicóptero com os produtores do festival para vistoriar o local à invasão quase que imediata de milhares e milhares de hippies à pacata White Lake. Pela primeira vez em sua história, transformado no quartel-general dos organizadores, o El Monaco teve todos os quartos alugados; pela primeira vez, Tiber viu sua mãe distribuindo sorrisos em vez de grosserias, e também pela primeira vez na vida, o jovem judeu recebeu carinho do pai, que, doente, acabou morrendo um ano depois do festival.

“Ele me abraçou lá e disse: ‘você me fez tão feliz’. Mas não pôde dizer ‘eu te amo’. Ele nunca disse. A mamãe também não, estava sempre ocupada contando o dinheiro”, lembrou Tiber em entrevista por telefone ao G1. Homossexual assumido, o autor de “Aconteceu em Woodstock” relata a seguir a sua própria versão do que aconteceram naqueles “três dias de paz e música” – e de muita ralação.

Quarenta anos depois, o mundo está olhando novamente para Woodstock. Acha que ainda é difícil de as pessoas enxergarem o festival para além de seus clichês?
Elliot Tiber -
Grande parte das pessoas que viram o documentário [“Woodstock”, de 1970] ou ouviram falar, ao longo dos anos, pensam que se tratava de drogas e sexo. O que houve foram três dias de paz, música e amor. Não houve brigas ou assassinatos – e eram tempos conturbados, com a Guerra do Vietnã e [os EUA gastando dinheiro com] o homem na Lua. Mas não tínhamos crack, cocaína ou heroína naquele festival. As pessoas estavam usando maconha e ácido. Era um tempo de inocência. Eles se uniam e se ajudavam porque a comida e a água estavam acabando. Havia muita camaradagem e muita gente fazendo amor, claro. Era muita gente bonita tirando a roupa e se banhando no lago, então eles faziam amor.

De que forma o seu livro e o filme de Ang Lee podem ajudar a jogar uma nova luz sobre o festival?
Tiber -
Minha história pessoal não tinha sido contada antes. São 40 anos [desde o festival] e ninguém sabe sobre isso. Estou recebendo ligações [de jornalistas] do mundo para explicar como ninguém tinha ouvido falar sobre mim quando se fala em Woodstock. E eu digo: não sei por que. Acho que deve ser por homofobia, eu sou gay e tenho dado entrevistas desde o aniversário de 20 anos [do festival]. Em cada uma delas, nunca mencionavam que foi um homem gay que salvou Woodstock, ignorava-se isso. Então, quando conheci Ang Lee, que tinha feito "O segredo de Brokeback mountain", o filme sobre os dois caubóis gays que ganhou um Oscar, eu queria ter certeza de que Hollywood tinha mudado, que o filme seguiria o livro. E ele me certificou disso e cumpriu.

O filme é a minha história, a história de um jovem gay que tem um sonho e que trabalha para realizá-lo. Mostra que nem todos os gays são como os filmes mostravam - viciados em drogas, com distúrbios psicológicos, assassinos, lunáticos ou pior. Fala de um homem decente, bem-educado, com uma vida de trabalhador. É um filme muito bonito e engraçado, uma comédia. Quando olho para trás, para todos esses acontecimentos, os relato de uma forma divertida, mas na época era uma coisa caótica, deu muito trabalho. Eu estava frenético e as coisas estavam dando errado.

Fala-se muito da importância de Woodstock para a liberação sexual, mas em especial de héteros. Qual foi o papel desse evento para o movimento gay?
Tiber -
Woodstock nos liberou. Devia haver pelo menos uns 50 mil ou talvez 100 mil gays e lésbicas no festival. De repente, eu estava cercado pela minha nação. Gays e lésbicas eram a segunda nação de Woodstock. Havia amor livre por todo lado, fiz amigos ali também e alguns namorados.

Foi só então que eu me senti parte da raça humana, porque até ali eu achava que era o único [gay]. Cresci cercado por famílias, casais de héteros, meninos e meninas, me sentia totalmente isolado. Mas, de repente, pelas seis semanas em que fiquei envolvido com o festival, havia gays e lésbicas, e me relacionava com eles, me senti respeitado, ganhei autoestima e senti que era alguém que tinha algo a contribuir com a sociedade. E muitas pessoas ali, tanto gays quanto héteros, perceberam que poderíamos ter um mundo em que as pessoas se juntavam sem brigas, sem problemas de raça ou cor ou crença. Podiam se tornar uma só nação. E foi isso que ocorreu. Infelizmente, no final daquele verão, quando o festival acabou e todo mundo foi embora, foi o fim. Só alguns anos depois se começou a falar sobre isso e perceber o que realmente aconteceu. Agora há um foco enorme no aniversário de 40 anos, Woodstock se tornou um grande ícone.

Diria que, politicamente, Woodstock foi a vitória definitiva dos gays?

Tiber - Não. Foi uma vitória. Agora, mês passado, 40 anos depois, o presidente Obama convidou organizações de gays e lésbicas à Casa Branca para discutir direitos civis, casamento e igualdade para gays e lésbicas nesse país. Quarenta anos depois, a Focus Features – mesma produtora de “Taking Woodstock” – lançou o filme "Milk" [sobre o político e ativista gay de São Francisco Harvey Milk], reacordando a comunidade gay, que não sabia que pessoas morreram para poder ser livres, sair na rua e segurar na mão de um namorado ou de uma namorada sem ser preso. Eles não sabiam. E agora sabem. A comunidade jovem de gays e lésbicas por toda a América e também em todo o mundo está se inspirando para tentar conquistar direitos iguais – não só casamento, mas direitos como qualquer outro cidadão. Não sei como é no Brasil, mas espero que esteja igual.

De volta ao rock’n’roll, o filme de Lee mostra poucas cenas do palco de Woodstock. Pessoalmente, você conseguiu ver as bandas e de que shows mais gostou?
Tiber -
O filme não mostra as bandas porque não é sobre isso. É sobre a minha jornada. E eu não fui muito ao festival, estava muito ocupado cuidando dos meninos e meninas que tinham se machucado ou que estavam com ‘bad trips’ de ácido. Mas eu podia ouvir a música alta do lugar onde estava. E consegui chegar ao lugar do show uma vez, quando um policial me levou em sua moto. Consegui ir ao backstage e conhecer Janis Joplin, Jimi Hendrix, Santana, Joan Baez. Muitos ficaram no meu hotel, El Monaco.

Esses artistas também foram ao seu hotel?
Tiber -
Sim, eles vinham de moto ou a cavalo porque era o único lugar para se tomar um banho quente e que tinha uma piscina. Alguns ficaram lá, outros tinham trailers. Mas meu hotel era o quartel-general para Woodstock, havia 5.000 pessoas que trabalharam no festival circulando pelo hotel. Nem todos dentro: só 300 nos quartos, o resto em redes, carros, trailers, barracas e tudo o mais. E de fato conheci muitos deles. Minha favorita era Janis Joplin. Eu não conhecia ninguém dessa gente, não eram do meu mundo, mas os discos dela tocavam nas boates gays. Fui no backstage e lá estava ela bêbada, chapada, caindo no chão e eu a segurei nos meus braços. Conversamos – eu também estava chapado.

Conheci também Jimi Hendrix, Richie Havens. Eu estava muito alegre, porque era outro mundo para mim. Agora, tenho estado no showbusiness por todos esse anos, conheço muitas celebridades, mas naquela época não, então era incrível para mim. Eu me sentia realizado por eles me receberem bem. Quando eu dizia quem era, eles me abraçavam como se fôssemos grandes amigos. Foi maravilhoso.

O contrato de Woodstock foi realmente firmado à base de leitinho achocolatado, como Ang Lee sugere no filme?
Tiber –
Max Yasgur [o fazendeiro local e amigo de Tiber que alugou sua propriedade para o festival] era famoso pelo leite que produzia – e também pelo leite achocolatado, que foi oferecido para todo mundo. Era tão especial, era melhor que uísque. Então, eles beberam leitinho achocolatado, sim.

Há um caso curioso no livro e no filme. Você relata que, no momento em que desceu do helicóptero, Michael Lang olhou e o chamou pelo nome, dizendo que eram amigos de infância. Mas você diz que não o conhecia. Quem está falando a verdade?
Tiber –
Eu não o conhecia! Há uma diferença de 10 anos entre a gente. Eu tinha 34 [em 1969] e ele 24, não sei por que ele disse isso. Ele morou na mesma rua que eu, mas em gerações diferentes. Ele disse que me conhecia, mas não sei por que. Perguntei a ele na semana passada, na pré-estreia do filme, e ele apenas gargalhou e disse: "cool, man, groovy!" [gíria da época que significava algo como: fica frio, cara, legal). É o que ele sempre diz! Tivemos uma conversa logo depois que ele viu o filme, ele me abraçou e disse: "é tão bonito, um filme maravilhoso! Parabéns a você e a todos nós". Então, acho que, para mim, ele já falou mais do que "cool" e "groovy". E até me apresentou a sua esposa, que eu não conhecia.

Você retornou a Bethel nas décadas seguintes a Woodstock?
Tiber -
Voltei umas quatro ou cinco vezes. A fazenda foi dividida em duas partes. Uma tem o museu [em homenagem a Woodstock, inaugurado em 2008] e o centro de artes, e a outra é a casa da fazenda e o celeiro, que um amigo meu comprou. Então, visitei meu amigo. Ele promoveu alguns shows de reunião nos últimos anos. Cerca de 20 mil pessoas foram. Richie Havens, Michael Lang, Country Joe também foram. Foi um bom tempo. Mas tenho uma outra vida, não tenho nada a fazer lá hoje.

O que está fazendo agora?
Tiber -
Sou escritor, comediante, faço palestras em universidades de todo o mundo falando de Woodstock, dou aconselhamento a jovens. E estou com um livro novo, que sai em abril, chamado "Palm trees in the Hudson River - The Mafia and Judy Garland". É um livro de memórias sobre o período em que convivi com Judy Garland [atriz de “Mágico de Óz”] em 1967. É uma prequela a Woodstock, terminei um dia antes que conheci Ang Lee. Seria ótimo fazer outro filme dali.

No filme, seu relacionamento com a sua família parece um misto de amor e repressão, mas nunca de ódio. Quando não conseguia agradar seus pais, você parecia apelar para a ironia e para algo que você chamou de “a maldição dos Teichberg” – o sobrenome Tiber, na verdade, é uma abreviação de Teichberg. Isso mudou ao longo dos tempos?

Tiber - Meus pais morreram. Minha mãe morreu em 1991, aos 97 anos, e meu pai morreu um ano depois do festival. Ele estava muito doente. Ele me abraçou lá e disse: “você me fez tão feliz”. Mas não pôde dizer “eu te amo”. Ele nunca disse. A mamãe também não, ela estava sempre ocupada contando dinheiro. Eram ambos lutadores, que vieram para a América na Primeira Guerra como refugiados. Não falavam a língua, trabalharam duro a vida toda e nunca se divertiram. Meu pai se divertiu pela primeira vez em Woodstock, minha mãe, nunca. Eu nunca me dei bem com ela até o dia em que ela morreu. Ela nunca aceitou a mim ou a meus namorados - eu tinha um namorado belga, ficamos juntos por 27 anos, e ela nunca soube o seu nome, sempre esquecia. Uns dias antes de morrer, meu pai veio a mim e disse: "eu quero que você vá em frente e tenha uma boa vida com seu amigo, sei quem você é, e tudo bem por mim." E eu fiquei chocado em ouvir isso.

E a maldição Teichberg se refere ao fato de que minha família era toda de perdedores. Minha mãe nunca foi boa comigo, nunca me amou, nunca me abraçou, nunca demonstrou nada. Era uma família disfuncional e por isso eu chamava de uma maldição. O filme não mostra desse jeito porque não é um documentário. Se mostrassem tudo no livro seria um filme de 40 horas.

Diria que, hoje, está livre da maldição?

Tiber - Ah, sim, sim, claro. Construí minha própria vida, fui aceito no mundo todo, em Paris, Bruxelas, Roma, Amsterdã... Estudei com [os artistas] Mark Rothko e Kurt Seligman. Quando comecei a sair, fiquei amigo de Truman Capote, Tennessee Williams , Rock Hudson, Marlon Brando. Conheci muitas pessoas ao longo dos anos, atores, artistas. Vivi uma vida muito rica. E me livrei da maldição, isso é certo.

40 anos do Festival de Woodstock

Movimento hippie consolidou rebeldia

pacífica da geração de 1960

Há exatos 40 anos, numa certa fazenda de Bethel, perto de Nova York, milhares de jovens se reuniram para cantar, dançar e manifestar o que mais queriam do mundo naquele momento: paz. O festival de Woodstock foi a celebração de um movimento que se tornou símbolo da geração de 1960 e 1970: os hippies pautaram a moda, a literatura e a música. E causaram muitos problemas para as autoridades.
O contexto do surgimento do movimento era de desconforto e inconformismo geral. A guerra do Vietnã, o legado da geração beat e a psicodelia se misturavam com a popularização da pílula anticoncepcional e a formação de uma nova esquerda. Entre os jovens do mundo, e principalmente dos EUA, a sensação era de que algo precisava ser feito, e rápido, para mudar o mundo. A palavra hippie veio da palavra "hip", que em inglês significa "ligado, atualizado".
"O movimento hippie tinha por objetivo rebelar-se contra os valores instituídos pela sociedade e através do descondicionamento, chegar à existência autêntica, embasada pela formação de uma 'nova consciência'", explica a historiadora e especialista em história social Patricia Marcondes de Barros, em entrevista ao G1.

O momento era de efervescência. Os autores Ken Goffman e Dan Joy escreveram no livro "Contracultura Através Dos Tempos" que, nessa época, “novas filosofias eram concebidas com quase a mesma frequência que minissaias” e que, em muitos momentos, “parecia que alguma espécie de prisão psíquica tinha sido aberta e todos os jovens estavam tentando escapar de lá.”

Os padrões sexuais da época ainda consideravam o sexo antes do casamento um tabu e, as moradias mistas, ofensivas. Desafiadores, os novos esquerdistas eram claros em seu desprezo a qualquer paradigma ou regra do tipo. E essa postura os transformou na coisa mais sensual do campi.

Hippies de Haight-Ashbury, nos anos 1960 (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)

“Enquanto a lógica militarista da Guerra Fria continuava firme na psique da maioria dos americanos durante o início da década de 1960, as soturnas tendências contraculturais autoritárias deixadas pela década de 1950 dos beatniks começaram a evoluir no sentido de um estilo mais alegre, absurdo”, escreveram Ken Goffman e Dan Joy. Enquanto isso, lojas vendiam colares, incenso e camisas indianas.

Entre os muitos grupos de contracultura da época estavam os diggers - o nome vinha do movimento rural inglês do século XVII contra a propriedade privada. Eles acreditavam que o espaço da rua era essencial para interações e, para festejar a cultura hippie, promoveram em 1967 um evento chamado “Human Be-In”, divulgado como “reunião de tribos”, que reuniu 15 mil pessoas no Parque Golden Gate, no distrito Haight-Ashbury, em São Francisco, Califórnia. 

Naquele ano, o “verão do amor” reuniu dezenas de milhares de jovens na região. Segundo os autores Ken Goffman e Dan Joy, “o que os garotos perdidos encontraram na ‘Capital do Sempre’ foi comida insuficiente, alojamento insuficiente, um núcleo superlotado de filósofos de rua hippies que só podiam oferecer conforto e conselhos, e muitas drogas.“ 

Viagens e viagens

Um dos pilares do movimento era o uso do maior número possível de diferentes tipos de drogas. Em 1962, por pressão da agência de inteligência dos EUA (a CIA), a Universidade de Harvard dispensou os pesquisadores Richard Alpert e Timothy Leary, que faziam estudos sobre substâncias alucinógenas. A demissão gerou uma onda de rebeldia e despertou o interesse de muitos estudantes.

Um grupo de jovens se reuniu e escreveu a declaração de Port Huron, manifesto que definiu uma nova orientação de esquerda radical americana. O texto dizia, entre outras coisas: “Nós somos pessoas dessa geração, criados em conforto modesto, agora instalados nas universidades, olhando desconfortavelmente para o mundo que herdamos. [...] Solidão, estranhamento, isolamento descrevem a enorme distância que há hoje entre os homens. Essas tendências dominantes não podem ser superadas por uma melhor administração pessoal nem por aparelhos melhorados, mas apenas quando o amor do homem supera a adoração idólatra das coisas pelo homem.” 

Os governos empreendiam batalhas contra o LSD, popularizado em letras de músicas. Logo começaria a repressão. “Em 1966, esse carnaval descontrolado de jovens selvagens estava começando a preocupar as autoridades, especialmente nos EUA. Para começar, segundo o FBI, eles eram aproximadamente mil fugitivos juvenis [...] se jogando em festas selvagens por toda a noite, com loucas luzes piscando, nudez, sexo, Hell’s Angels e cada vez mais gente balbuciando besteiras cósmicas”, escreveram Goffman e Joy.

Camisetas são vendidas na fazenda de Bethel, onde aconteceu o Woodstock há 40 anos (Foto: Eric Thayer/Reuters )

Uma reportagem da revista Time de 1967 citava um diretor de saúde pública de São Francisco dizendo que a cidade estava gastando US$ 35 mil por mês com tratamentos antidrogas para os mais de 10 mil habitantes hippies.

Em maio de 1968, Paris explode em greves e manifestações. A morte de Martin Luther King piorou o clima entre os proeminentes movimentos pela luta de direitos para os negros. Nos EUA, conflitos foram registrados em 125 cidades; 40 pessoas foram mortas e mais de 20 mil presas.

Legado hippie

"Nós, nos anos 1960, antecipamos muitas das coisas que temos hoje, como a luta pelos direitos civis, pelos direitos das mulheres, a yoga. O movimento não acabou. Eu ainda moro numa comunidade hippie com as pessoas que conheço há 35 anos. Nós estudamos, trabalhamos, como todo mundo. E hoje o mundo sofre com o materialismo novamente", disse em entrevista ao G1 o jornalista John McCleary, autor de "The Hippie Dictionary" - inédito em português.

Segundo a historiadora Patricia Marcondes de Barros, o movimento e suas principais manifestações foram absorvidos pela tecnocracia. "O próprio teor crítico com o qual o movimento buscou enfrentar o sistema acabou se banalizando sob a forma de produtos a serem vendidos e consumidos, alimentando a estrutura empresarial que se formou em torno de antigos slogans revolucionários."

Mas, para ela, o legado hippie vai muito além das camisetas tie-dye. "A contracultura sessentista foi muito além do “verão do amor”. Sua ressignificação faz-se necessária para entendermos a amplitude e a importância do movimento. Houve, através dele, a inclusão dentro da história social das chamadas “minorias”: negros, mulheres e homossexuais. Também foi importante quanto aos assuntos tão em voga atualmente, como ecologia e sustentabilidade."

40 anos do Festival de Woodstock

Lembranças de Woodstock estimulam debate sobre gerações

 

Com o aniversário de 40 anos de Woodstock, milhares de pessoas que tiveram a oportunidade de participar do festival estão saudosas. Harriet Fier era uma jovem cheia personalidade e opiniões, em 1969. Ao falar sobre o evento, ela não esconde o orgulho de ter participado do momento histórico.

“Acho que uma parte da magia foi a espontaneidade. Acho que eles não esperavam 400 mil pessoas. Anunciaram o show, a coisa saiu do controle, mas continuou em ordem. Isso fez a diferença”, conta Fier, enquanto mostra para o filho Will Mantell, de 17 anos, uma foto com as amigas na época.

A conversa logo se transforma em um debate sobre as diferenças entre as gerações. A mãe conta que se interessou pelo evento logo que recebeu o folheto, convidando para os três dias de shows. Já o filho acredita que dificilmente isso aconteceria de novo.

“A geração de hoje é muito diferente. Não sei se eles eram mais ou menos inocentes. Só acho que nos anos 1960, tinha a música e a guerra contra o Vietnã. E agora a gente tem o Facebook e o MySpace. Essa é a cultura dos jovens de hoje”, analisa o jovem Mantell.

“Entendi. Acho que a noção de comunidade de vocês é o Facebook, que é uma espécie de Woodstock virtual. A nossa noção de comunidade era estarmos todos juntos em um lugar só”, completa Fier.
Enquanto conversa abertamente com o filho sobre as diferenças de opinião, ela lembra que nem sempre foi assim. “Eu não tinha nada em comum com os meus pais em termos de diversão, de música. O que eles gostavam não me dizia nada e o que eu gostava não dizia nada para eles. Mas hoje as coisas são diferentes”.

Fonte: G1

40 anos do Festival de Woodstock

10 artistas essenciais para entender Woodstock

Marco máximo do movimento hippie, o Festival de Woodstock foi um evento de paz, amor... e música. Durante os três dias do evento, que foi realizado entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969 em uma fazenda na comunidade rural de Bethel (NY), 31 atrações musicais passaram pelo palco do festival, incluindo apresentações lendárias como as do guitarrista Jimi Hendrix e a da cantora Janis Joplin. 

Para comemorar o 40 anos de Woodstock, o G1 preparou uma seleção de músicas de dez artistas e bandas essenciais para entender o espírito da época.

Clique aqui para ouvir o especial com músicas dos 10 artistas selecionados

A lista inclui: "Evil ways" (Santana), "St. Stephen" (Grateful Dead), "Bad moon rising" (Creedence Clearwater Revival), "Piece of my heart" (Janis Joplin with The Kozmic Blues Band), "Dance to the music" (Sly and the Family Stone), "My generation" (The Who), "White rabbit" (Jefferson Airplane), "With a little help from my friends" (Joe Cocker), "Suite: Judy Blue Eyes" (Crosby, Stills, Nash and Young) e "Purple haze" (Jimi Hendrix).

Confira a seguir, mais informações sobre os artistas de Woodstock:

 Jimi Hendrix em Woodstock. (Foto: AFP)

Jimi Hendrix

O guitarrista Jimi Hendrix encerrou Woodstock em grande estilo, tocando praticamente na manhã da segunda-feira (dia 18 de agosto), e foi um dos principais artistas a ajudar o festival a se tornar uma lenda da contracultura. Além de clássicos como “Purple haze”, “Foxy lady” e “Voodoo child”, o guitarrista (acompanhado de uma banda de transição entre a Experience e a Band of Gypsys) improvisou uma versão assustadora e eletrificada de “Star spangled banner”, o hino nacional americano, com direito a efeitos simulando tiros de metralhadora e bombas caindo. O gênio da guitarra acabou morrendo pouco mais de um ano depois, em setembro de 1970.

Janis Joplin em Woodstock. (Foto: Reprodução)

Janis Joplin

Outro grande símbolo da geração hippie, Janis Joplin foi uma das principais estrelas do segundo dia do festival, no sábado (16). Acompanhada da sua Kozmic Blues Band, tocou um repertório que poderia funcionar perfeitamente como uma coletânea com suas melhores faixas até aquele momento, com “Piece of my heart”, “Summertime” e “Ball ‘n’chain”. Em fevereiro do ano seguinte, antes de lançar o álbum “Pearl”, Janis visitou o Brasil, onde teve um relacionamento com o roqueiro Serguei. Mas em outubro de 1970 morreria de overdose em Los Angeles, aos 27 anos – mesma idade de Hendrix.

Jefferson Airplane em Woodstock. (Foto: Reprodução)

Jefferson Airplane

Os pioneiros da psicodelia de São Franscisco fecharam a programação do sábado em Woodstock, tocando após o Who. Contando com a formação clássica, que havia gravado o celebrado álbum “Surrealitstic pillow”, lançado em 1967, o Jefferson Airplane não esqueceu dos seus dois principais hits: “Somebody to love” e “White rabbit”, inspirada no livro “Alice no País das Maravilhas”. A formação com o cofundador Marty Blain durou até 1970, e depois de 1974, já sem a vocalista Grace Slick, a banda trocou de nome para Jefferson Starship – provavelmente tentado alçar voos mais altos.

Joe Cocker em Woodstock. (Foto: Reprodução)

Joe Cocker

O cantor inglês, famoso pela sua voz rouca e pela performance exagerada, chegou ao festival de helicóptero para fugir dos congestionamentos e abriu a “noite” de domingo – começou a tocar às 14h. O repertório do show era baseado no disco “With a little help from my friends”. Sua interpretação visceral da música título, cover dos Beatles, levou Paul McCartney e George Harrison a autorizar versões posteriores de outras músicas da banda. Além da trilha de abertura da série “Anos incríveis”, Cocker tocou duas músicas de Bob Dylan (“Just like a Woman” e “I shall be released”) além de outro hit seu, “Feelin’ alright”, do grupo Traffic.

Neil Young se apresenta no grupo Crosby, Stills, Nash and Young em Woodstock. (Foto: Reprodução)

Crosby, Stills, Nash & Young

O verdadeiro supergrupo da contracultura fez um show com dois sets diferentes – primeiro um momento acústico e depois uma parte eletrificada. Sempre encrenqueiro, Neil Young não participou direito dos shows, tocando em uma pequena parte do set acústico e se escondendo no momento elétrico. Ele não gostava das filmagens que estavam acontecendo, achava que atrapalhavam o público e a banda. Dividida em quatro movimentos, “Suite: Judy Blue Eyes” foi um dos destaques, ao lado de “Mr. Soul”, “Helplesly hoping” e “Long time gone”.

O guitarrista Carlos Santana em Woodstock. (Foto: Reprodução)

Santana

O guitarrista mexicano Carlos Santana estava no começo da carreira quando tocou em Woodstock - havia lançado há pouco seu primeiro álbum, pela gravadora Columbia. Precursor do rock latino, Santana foi uma das principais revelações do festival. O repertório foi todo baseado no seu disco de estreia (suas faixas mais conhecidas, como “Samba pa ti”, só apareceriam em “Abraxas”, de 1970), com a clássica “Evil ways”, além de “Soul sacrifice” e “Jingo”.

Sly and the Family Stone se apresentam em Woodstock. (Foto: Reprodução)

Sly and The Family Stone

Na fronteira entre a soul music e o rock psicodélico, o grupo contava com uma formação racial e sexual mista – algo praticamente inédito na época. Liderados pelo carismático e lisérgico Sly Stone, um dos compositores e produtores mais influentes da black music, botaram os hippies para dançar com grooves tirados de “Stand!”, um de seus álbuns mais bem sucedidos. Como no caso de Janis Joplin, o setlist soava como um “best of” da banda, com faixas como “Everyday people”, “Dance to the music”, “Sing a simple song” e “I want to take you higher”.

Show do The Who em Woodstock. (Foto: Divulgação)

The Who

Os ingleses destruidores de instrumentos estavam no auge da forma quando tocaram em Woodstock, com direito a um set de 25 músicas que incluía clássicos (“My generation”), covers (“Summertime blues”) e a ópera-rock “Tommy” completa, executada na ordem original. Uma das lendas diz que o ativista do LSD Abbie Hoffman subiu ao palco no meio do show para “denunciar” a banda como “vendida”, mas foi expulso a guitarradas por Pete Towsend, que ainda aproveitou o episódio para compor a música “Won’t get fooled again”, de 1971.

Grateful Dead em Woodstock. (Foto: Divulgação)

Grateful Dead

Talvez os maiores hippies de todos os tempos, o Grateful Dead já era uma instituição lisérgica em 1969, começando a atrair seus primeiros seguidores fiéis, os “deadheads”. Pouco tempo antes de embarcar em uma viagem voltada ao folk em discos como “American beauty”, a banda tocou em Woodstock no auge da sua fase mais ácida . Como qualquer show com menos de três horas e meia seria curto para o Dead, foram apenas quatro músicas – “St. Stephen”, “Mama tried”, “Turn on your love light” e a sempre quilométrica “Dark star”.

O Creedence Clearwater Revival na década de 1960. (Foto: Divulgação)

Creedence Clearwater Revival

A fábrica de hits californiana (que soava como se tivesse vindo da blueseira Louisiana) teve o azar de se apresentar logo após o Grateful Dead. Por conta das longas jams do Dead, o Creedence Clearwater Revival imaginou que a maior parte dos fãs tinha ido dormir, mas o fato é que o guitarrista e líder, John Fogerty, achou a apresentação do próprio grupo abaixo da média e proibiu a banda de entrar para o documentário do festival. Ainda assim o setlist é recheado de pérolas como “Bad moon rising”, “Proud Mary” e “Susie Q”.

40 anos do Festival de Woodstock

Compositora do ‘hino de Woodstock’

viu o festival pela TV

 

Como “marco de geração” que se preze, Woodstock tem direito ao seu próprio hino. “Woodstock”, a música, foi escrita por Joni Mitchell e ficou famosa na voz de Crosby, Stills Nash & Young, em 1970. Versos como “quando chegamos em Woodstock/ Nós tínhamos a força de meio milhão/ E por toda a parte, uma música e uma celebração” são lembrados com carinho pelos frequentadores do festival. Só que existe um porém: Mitchell não esteve em Woodstock.
A cantora folk canadense recusou o convite porque tinha uma aparição marcada para o programa de TV “The Dick Cavett show”, e acabou acompanhando o festival pela televisão em seu quarto no hotel. A letra foi escrita com base nas histórias contadas pelo seu namorado, Graham Nash, que se apresentou em Bethel. “A impossibilidade de ter ido ao festival me deu um ângulo intenso sobre Woodstock”, disse a compositora na época.

Mitchell não está sozinha nas fileiras dos artistas convidados que desistiram (ou não conseguiram chegar ao) do festival. Uma das ausências mais lembradas é do The Doors, e as versões do motivo da sua falta são as mais variadas, e costumam recair sobre o vocalista Jim Morrison.
Alguns relatos dão conta que o cantor tinha medo de que tentassem matá-lo, outros falam que ele não gostava de festivais a céu aberto e muito menos de hippies. Uma história mais prosaica seria de que a banda ficou presa no congestionamento monstruoso que aconteceu nos segundos e terceiros dias de Woodstock –mas o baterista John Densmore pode ser visto no palco nas gravações do show de Joe Cocker no domingo.
Azar de verdade teve o Iron Butterfly – a banda sul-africana havia viajado para os EUA para tocar no festival, mas não conseguiu um helicóptero que os levasse para o palco. Uma das histórias diz que o empresário da banda, dona do hit “In-A-Gadda-Da-Vida” (um épico de 17 minutos de 1968), ligou para a organização e exigiu que um helicóptero viesse buscar o grupo, que subiria ao palco e tocaria imediatamente e que depois do show seria levado de volta ao hotel.
A organização falou que retornaria a ligação avisando se seria possível atender às suas exigências – mas o telefone não voltou a tocar. O baterista Ron Bushy admitiu, anos depois, que ter tocado em Woodstock teria sido importante para a banda, que acabou pela primeira vez em 1971. “Com certeza teria mudado a nossa carreira”.
Outras bandas mais famosas também fugiram do festival graças aos empresários, como foi o caso do Led Zeppelin. A gravadora e o promotor norte-americano do grupo de Jimmy Page gostavam da ideia, mas Peter Grant declinou o convite. “Em Woodstock nós seríamos apenas mais um nome na lista de shows”. A banda seguiu incólume com sua turnê pelo país, atraindo multidões aos ginásios onde se apresentava, tocando em New Jersey no mesmo fim de semana do festival.
O Jethro Tull também preferiu não entrar na lista de bandas – apesar de até hoje o vocalista e flautista Ian Anderson ouvir relatos de fãs sobre seu show em Woodstock. Anderson já foi citado dizendo que não queria “passar um fim de semana em uma fazenda cheia de hippies sem banho”.
Dentre os artistas convidados que não tocaram naquele fim de semana em 1969 (a lista ainda inclui Bob Dylan e Moody Blues, entre outros) e que mais pareceram arrependidos estão os Byrds. O grupo de folk rock californiano, já na sua fase country, declinou porque os integrantes queriam descansar da última turnê.
Mas o arrependimento não foi pela diferença que o show teria feito em sua carreira, mas por terem perdido a grande experiência de sua geração, explica o baixista John York. “No final, todos dissemos ‘não’ (para a oferta) e fomos descansar, e acabamos perdendo o festival mais divertido de todos”.

Fonte: G1

8月27日

Pop

Morre Ellie Greenwich,

compositora do hit dos anos 60 'Be my baby'

 

 

Ellie Greenwich, coautora de diversos hits da música pop, como ''Do wah diddy diddy", ''Be my baby", "Chapel of love" e "Leader of the pack", morreu nesta quarta-feira (26) aos 68 anos de ataque cardíaco em um hospital de Nova York, onde ela estava se tratando de uma pneumonia, de acordo com a sua sobrinha, Jessica Weiner.

Membro do Hall da Fama dos Compositores, Ellie fez sucesso ao se juntar ao ex-marido, Jeff Barry, e ao produtor Phil Spector.

Juntos, eles compuseram canções como "Be my baby" e "Baby, I love you"

 
Canal no youtube: manu2047
para as Ronettes; "Then he kissed me" e "Da doo ron ron" para o Crystals; "Chapel of love" para o Dixie Cups; "Christmas (Baby please come home)" para Darlene Love, e "River deep, mountain high" para Ike e Tina Turner.  

Nascida no Brooklyn, ela começou a carreira em shows de talentos ainda na infância e chegou a formar o seu próprio grupo, batizado de The Jovettes, na adolescência. Na faculdade, trabalhou com os compositores Jerry Leiber e Mike Stoller.

Como arranjadora e cantora, Ellie trabalhou com grandes artistas, incluindo Frank Sinatra e Ella Fitzgerald. Ela ainda ajudou Neil Diamond no início da carreira e foi coprodutora de seus primeiros hits, como "Cherry, cherry" e "Kentucky woman".

8月18日

40 anos do Festival de Woodstock





"O que você faria se eu cantasse fora do tom?", pergunta a letra da canção "With a little help from my friends". A música dos Beatles que ganhou interpretação de Joe Cocker resume o espírito de Woodstock, festival que reuniu quase meio milhão de pessoas em uma fazenda em Bethel, perto de Nova York, entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969.

Ao lado de Cocker, então praticamente desconhecido, 32 atrações - incluindo artistas como Jimi Hendrix, Janis Joplin, Santana, Sly & the Family Stone, The Who, entre outros - ajudaram a compor a trilha sonora de um evento que se tornaria lendário. Muitas bandas se separaram ou seus integrantes morreram, mas Woodstock é ainda um dos marcos que definem os anos 60 no imaginário popular.

Os moradores de Middletown (Wallkill) não quiseram que o evento fosse realizado lá. Na última hora, os organizadores - Michael Lang, John Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld - tiveram de encontrar um outro local para os shows. Como se sabe, o evento acabou acontecendo em Bethel, comunidade rural a 145 km de Nova York, mas beirou o desastre total.

As cercas foram derrubadas, e logo os ingressos, vendidos a US$ 18, se tornaram inúteis. Woodstock, então, passou a ser um "concerto livre". A organização esperava receber 200 mil pessoas ao longo dos três dias, mas em vez disso 400 mil fãs causaram congestionamentos quilométricos na região. E, para completar, as chuvas transformaram a fazenda em uma imensa poça de lama.

Poderia ter sido uma calamidade, mas o que se viu foi uma geração formada por estudantes, artistas, trabalhadores e doidões de LSD celebrando a paz, o amor e a música - um cenário que acabou se tornando símbolo do lado alegre da década de 1960, em meio à irritação e aos protestos pela Guerra do Vietnã.

10 meses de planejamento

"Havia essa impressão de que era um lindo campo, que uma porção de gente apareceu, algumas bandas estavam na área, ergueram um palco e tocaram", disse Michael Lang em uma entrevista à Reuters. "Na verdade, levou 10 meses para planejar."

Ele e seus parceiros buscaram a ajuda da Corporação de Engenheiros do Exército para a parte da logística. "Mas eles devem ter percebido o que estava acontecendo. Eles cancelaram uma reunião no Pentágono um dia antes, por isso fomos deixados por nossa conta", disse Lang.

No momento em que a Guerra do Vietnã estava no auge e o movimento contra o conflito dividia os Estados Unidos, principalmente separando as gerações, é talvez pouco surpreendente que os militares não quisessem se envolver com o que estava sendo visto como um festival hippie.

"Woodstock foi a realização de um sonho, mas não foi frustrante. Gostei de resolver problemas. Na época era excitante, não havia um plano e nós íamos resolvendo conforme as coisas aconteciam", afirmou. "Havia uma porção de semelhanças com o que está acontecendo agora no mundo. Foi a época do primeiro movimento no planeta, o movimento ecológico, que foi muito importante para nossa geração", acrescentou.

Parte da multidão que foi a Woodstock, em 1969. Estimativas dão conta de que mais de 400 mil pessoas estiveram lá. (Foto: AP)

Aquele verão 40 anos atrás também foi notável porque o homem caminhou na Lua pela primeira vez e os EUA ficaram horrorizados com Chappaquiddick, o acidente envolvendo o carro dirigido pelo senador Edward Kennedy, que resultou na morte de uma jovem que estava com ele, e os assassinatos de Charles Manson.

Lang, que ainda hoje trabalha como produtor musical e promotor de eventos, também organizou concertos no 25º e 30º aniversários de Woodstock, com a presença de artistas mais contemporâneos. Mas de Richie Havens, que abriu o Woodstock original, a Jimi Hendrix, que o encerrou, é dos músicos que ele mais se recorda.

"Houve três surpresas -- Joe Cocker, desconhecido na época; Carlos Santana -- você sabia que um superstar estava nascendo. E Sly Stone. Fiquei num canto do palco e vi todos eles", disse Lang.

Sobreviventes

Quatro décadas depois, sobreviventes de alguns dos atos promovidos em 1969 vão novamente ocupar o palco do que era a fazenda de leite Yasgur, mas hoje é o Bethel Woods Center for the Arts, no norte do Estado de Nova York.

O show "Heróis de Woodstock", neste sábado (15), terá Levon Helm Band, Jefferson Starship, Ten Years After, Canned Heat, Big Brother e a Holding Company e Country Joe McDonald.

Fonte: G1

8月8日

Música




 

Dezenas de fãs se aglomeram todos os dias em uma das faixas de pedestres mais famosas do mundo, em frente aos estúdios da Abbey Road em Londres, para tirar a lendária foto dos Beatles atravessando a rua de mesmo nome, há 40 anos.

Fãs cruzam a faixa de pedestre para reproduzir a famosa foto da capa do disco 'Abbey Road' (Foto: Carl de Souza/AFP)

Mas agora, neste dia 8 de agosto, os nostálgicos dos "Fab' Four" vão lotar a emblemática rua para celebrar o 40º aniversário da foto, capa do último disco gravado e considerado o mais importante da banda, também chamado "Abbey Road".

O ritual se repete a cada dia neste cruzamento, perto de St John's Wood, no noroeste de Londres. Centenas de turistas se fotografam fazendo os mesmos gestos: em fila indiana, olhar fixos para frente, pernas espaçadas.

Fora o fato de as faixas brancas estarem desgastadas, o cenário quase não mudou. "É um dos raros endereços não alterados da história dos Beatles, onde podemos ter uma ideia do que aconteceu naquela época", explica um fã californiano.

Popular na época, o bairro se tornou uma área residencial afastada de Londres, cheia de propriedades de milhões de libras.

"É muita gente que vem aqui, gente demais para alguns motoristas que buzinam e gritam palavras nada gentis em inglês", conta Paul, vendo os turistas demorarem na posa para tirar a foto na faixa de pedestres.

Quinze metros mais longe, no número 3 de Abbey Road, o estúdio de gravação é a segunda etapa da peregrinação. Além dos Beatles, Fred Astaire, Glenn Miller, Pink Floyd, Oasis e U2 já gravaram lá. Mas as milhares de assinaturas e grafites do muro da entrada são dedicados aos Beatles.

Marcelo, um fã brasileiro dos Beatles, está a procura de seu nome, gravado ali há 13 anos. Entre os inúmeros rabiscos, há frases apaixonadas como "Simon and Alice here come together", "Come together over", "This is where the magic happened", em geral resumidas por um título de suas músicas: "Here comes the sun" e "All you need is love".

Marcelo continua procurando. Sem sucesso. "O guia nos disse que eles pintam o muro seis vezes ao ano", explicou Lucille. Até as casas vizinhas foram invadidas.

"As pessoas vêem aqui e batem à porta para que os deixemos entrar, mas não temos nada a ver com o estúdio", contou, visivelmente aborrecido um senhor de 60 anos e morador do número um da Abbey Road.

Acima do cruzamento, o estúdio da Abbey Road instalou uma webcam e, desde 1999, um site convida os fãs a publicar suas melhores fotos.

Christophe e seus filhos estão satisfeitos com as que tiraram. "Agora fazemos um pouco parte dessa foto histórico", explicou.

Fonte: G1

7月26日

Música | Rainha do rockabilly

Wanda Jackson, que namorou Elvis Presley, começou carreira aos 14.
Cantora entrou para o Rock and Roll Hall of Fame em 2009.

Demorou um bom tempo para Wanda Jackson (com 71 anos) ser indicada ao Rock and Roll Hall of Fame, mas agora que ela está lá, a Rainha do Rockabilly e sua voz desinibida estão ocupadas como nunca.
“Meu nome é maior do que jamais foi”, diz ela em sua casa em Oklahoma City em uma recente pausa em sua turnê. “Meu público está maior. Eu estou impressionada com tudo isso”.
Vender discos e lotar casas de shows nunca foi problema para a cantora camaleônica com sua voz característica. Sua carreira começou há 50 anos na música country,que mudou para o rock ‘n’ roll, para o gospel e voltou ao country.
Mas ela diz que a entrada para o Hall of Fame em abril fez sua popularidade crescer. Desde então, seus compromissos incluíram uma turnê de duas semanas pela Europa e a participação em um evento beneficente para o festival folk Woody Guthrie.
Terry Stewart, presidente do Rock Hall, disse que Jackson, que foi indicada na categoria Primeiras influências, é única na história da música.
“Existem outras cantoras mais obscuras da mesma época que cantavam em estilos parecidos”, incluindo Janis Martin, que morreu este ano, diz Stewart em Ohio, em entrevista por telefone. “Outras cantoras da área do R&B já entraram para o Hall, como Ruth Brown e LaVern Baker. Mas Wanda com certeza é única em seu estilo”.
O que ela fez foi ajudar a criar o rockabilly, uma combinação dos termos rock ‘n’ roll e hillbilly. Musicalmente, é uma mistura acelerada de blues, country e swing que apareceu na década de 1950, quando o rock estava em sua infância.
Ela tinha 14 anos quando ganhou a chance de se apresentar em uma rádio de Oklaoma em 1952. O cantor country Hank Thompson sintonizou a estação e ficou tão impressionado que a convidou para cantar com ele e a ajudou a conseguir o primeiro contrato musical com a gravadora Decca quando ela estava ainda a colegial.

Presley

Mais tarde, quando ela mudou para a Capitol Records, chegou a tocar com um cantor novato chamado Elvis Presley.
“Os discos dele não tocavam em Oklahoma ainda. Eu tinha primas no Texas, eu me correspondia com elas e disse que iria trabalhar com esse cara de quem nunca tinha ouvido falar, Elvis Presley”, conta Jackson. “Elas disseram que ele era o melhor cantor do mundo, o mais sexy, o cara mais bonito. Eu esperei. Depois que o conheci, entendi do que elas estavam falando”.
Presley encorajou a suas investidas no rock ‘n‘ roll e a dupla trabalhou em conjunto de 1955 a 1957.
“Ele me deu esse anel que eu usava em um colar no pescoço, nós fomos namorados por um tempo”, revela Jackson.
A carreira e imagem de Jackson mudaram de uma queridinha do country usando camisas de manga comprida, chapéu e bota para uma cantora de rock ‘n ‘ roll com o corpo em forma, usando vestidos e saias plissadas que sua mãe costurou para ela.
Sua faixa “Lets have a party” chegou ao 37º lugar das paradas em 1960. Músicas como “Fujiyama mama”, sobre uma mulher que se compara com um vulcão, e “Rock you baby’ ajudaram a proliferar o novo estilo, mas não se traduziram em grandes vendagens.

Fonte: G1

7月21日

Paul McCartney

Sir Paul toca na marquise do teatro Ed Sullivan

Apresentação foi para o talk show de David Letterman.
Beatles se apresentaram pela 1º vez na TV americana no local.

 

 

 

Do G1

7月16日

Rockabilly

Rockabilly: Elvis Presley e Stray Cats no SAP MTV!

Assisti o scrap mtv de hoje e curti a seleção de clips escolhida. Vou postar o texto do blog da produção.

ELVIS PRESLEY - Blue Suede Shoes | legenda
JERRY LEE LEWIS  - Great Balls Of Fire | legenda
STRAY CATS - Rock This Town | letra
THE CRAMPS - Bikini Girls With Machine Guns | #
HEAVY TRASH - Way Out | #

Lustre o sapato, coloque a saia rodada e entre nos embalos do Rockabilly!
Quem aparece no SAP MTV de hoje são só os clááássicos do rockabilly dos anos 50 e mais alguns que se aventuraram no gênero em outras décadas.

 



Para começar o programa, o Rei, o cara que popularizou o Rock N’ Roll nos EUA e em todo o mundo!

 

 

Depois do Elvis quem vem “rockabiliar” com a gente é o já senhor Jerry Lee Lewis.

 

 

Depois de dois responsáveis por difundir o rock pelo mundo, a banda The Cramps, que entrou no embalo do Rockabilly, vem visitar o SAP MTV.

 

 

Depois do Cramps, o SAP MTV passa o clipe Rock This Town, do Stray Cats.

 

 

Para encerrar este dia dançante, um clipe do Heavy Trash, que este ano gravou um show aqui nos estúdios da MTV.

 

Não hesite em afastar as poltronas da sala e ensaiar reboladas e passinhos de dança!

Fonte: SAP Mtv

7月13日

rock and roll all nite

Especial Dia Mundial do Rock

Top 10 filmes mais Rock n Roll de todos os tempos

Por Rodrigo Carreiro.

Dia 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock em todo mundo, numa alusão ao gigantesco festival Live Aid, que rolou em 1985. A data já está oficialmente no calendário musical do mundo. Em homenagem, uma lista especial de filmes sobre rock que vai te guiar pelo mundo do estilo, passando por diversas fases desse estilo que conquistou o mundo há pelo menos cinco décadas. É coisa fina!

10 – The Wonders: o Sonho Não Acabou (1996)
Lançado em 96, levou ao público as lindas pernas de Liv Tyler e o talento dramático de Tom Hanks, num filme que misturou muita emoção na ascensão e queda de uma banda de rock. A banda fictícia, The Wonders, fez sucesso mundial com a grudenda “That Thing You Do”.

9 – Não Estou Lá (2007)
O filme conta, meio ficcional e meio real, de forma sucinta e direta a história de um dos maiores mitos do rock, Bob Dylan. O charme do filme está nas interpretações impecáveis de nomes como Cate Blanchet, Heath Ledger, Cristian Bale, Richard Gere, Juliane Moore e outros. Todos interpretando Dylan. Fantástico!

8 – Tommy (1975)
A ópera-rock do The Who virou um filme cheio de petardos rock n roll e um show de interpretação do elenco, em que Ann Margaret levou pra casa o Globo de Ouro de melhor atriz. Na história, o atormentado garoto Tommy vira uma espécie de “messias” de um culto religioso. A trilha, não precisa nem dizer, é pra ouvir no último volume.

7 – The Wall (1982)

 

A obra-prima do Pink Floyd, mais precisamente Roger Waters, virou um grandioso filme com uma trilha precisa e uma história bem trabalhada. Bob Geldof (ele mesmo, do Live Aid) interpreta Pink, o jovem rock star que vive uma trajetória conturbada numa sociedade mais conturbada ainda.

 

 

 

6 – Singles: Vida de Solteiro (1992)
Quem dirige essa história pop cosmopolita é Cameron Crowe, um grande diretor que nesse filme leva às telas a história de um grupo de jovens procurando um sentido para a vida em meio a uma Seattle exalando rock e grunge por todos os poros.

5 – Gimme Shelter (1970)
O filme é um registro cru e real da primeira turnê americana dos Rolling Stones, uma coleção de histórias fantásticas de uma das maiores bandas de rock n roll de todos os tempos. Tem, inclusive, o momento trágico de um show em 1969 em que um grupo de seguranças barras-pesadas (Hell´s Angels) detonou a apresentação, matando uma pessoa e ferindo outras tantas.

4 – Hard Day´s Night ou Os Reis do Iê Iê Iê (1964)
Esse é um filme simples e direto que mostra sem rodeios momentos de histeria e fanatismo pop ao mito que um dia foi os Beatles. As músicas mostram os Fab 4 num momento sublime.

3 – 24 Hour Party People ou A Festa Nunca Termina (2002)
Esse é um registro fiel à cena de rock de Manchester na virada da década de 70 para 80, mostrando a trajetória de bandas igualmente boas e distintas. Para quem curte rock inglês, não poderia ser melhor, já que podemos acompanhar bandas como Stone Roses, Smiths, Happy Mondays, Joy Division e tantas outras.

2 – The Doors (1991)
A incrível história de Jim Morrison foi levada às telas pelo polêmico Oliver Stone, mas quem realmente rouba a cena é Val Kilmer. O ator interpreta Morrison com uma intensidade e verossimilhança poucas vezes vistas na história do cinema. O filme traça um panorama fiel e trágico do mito que foi o líder do Doors, além de trazer roteiro e direção de primeira linha. É pra pular e chorar. 

 

 

1 – Quase Famosos (2000)
É impossível assistir a Quase Famosos e ficar imune ao clima rock do filme. Mais uma vez Cameron Crowe leva para as telonas uma história incrível, misturando drama com muita música. Aqui, é a vez da banda fictícia Stillwater ser acompanhada em turnê pelo jovem Willian Muller, contratado da revista Rolling Stone para escrever uma matéria com os caras. Nesse caminho, muito sexo, drogas, conflitos, amores, descobertas e, claro, muito rock n roll. A trilha é simplesmente fantástica e conta com, além da própria Stillwater, nomes como Led Zepellin, Elton John, Nancy Wilson, The Who, David Bowie, Lynyrd Skynyrd e muitos outros. É rock pros olhos! Veja.

7月5日

/ música / Beatles

Contrato dos Beatles de 1962 vira prêmio de concurso na Inglaterra

O contrato assinado pelos Beatles com o empresário Brian Epstein em outubro de 1962 virou objeto de concurso na Inglaterra .

Quem quiser ficar com o documento, deve pagar 10 libras (R$ 32) para se inscrever no site www.imagine.uk.com, e tem que acertar o preço de mercado do contrato, dado por três avaliadores diferentes.
O documento foi o primeiro contrato assinado pelos quatro Beatles e o empresário – um contrato de janeiro de 1962 foi assinado pela banda, mas não por Epstein, que deixou o grupo livre para decidir caso ele não conseguisse um contrato com uma gravadora para a banda.

Segundo o site onde acontece o concurso, o contrato está segurado no valor de 500 mil libras (R$ 1,6 milhão), e caso mais de um participante adivinhe o valor avaliado – ou mais aproximado – do documento, será realizada uma competição entre os acertadores para determinar quem fica com a peça de colecionador.

Fonte: G1

/ música / Beatles

Morre de mal de Alzheimer ex-empresário dos Beatles e dos Rolling Stones

Da EFE

O americano Allen Klein, que foi empresário dos Beatles e dos Rolling Stones, morreu hoje aos 77 anos em decorrência do mal de Alzheimer, segundo informou um porta-voz de sua empresa, ABKCO Music & Records. Casado e com três filhos, Klein faleceu em sua casa na cidade de Nova York, onde será enterrado na próxima terça-feira.

Durante 50 anos, Klein dedicou sua vida à música. Nos anos 1960, ele se tornou uma das figuras mais poderosas do mundo da música, com contratos que o fizeram ganhar uma imensa fortuna. Conhecido por sua determinação na busca de bons contratos, teve entre seus clientes artistas como Sam Cooke, Bobby Darin e Herman's Hermits, mas ganhou fama quando passou a representar os interesses de Rolling Stones e Beatles.

Klein terminou nos tribunais com ambas as bandas. Alguns fãs dos Beatles chegam a dizer que o então empresário do grupo foi um dos responsáveis pelas tensões que levaram John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison a se separar.
No entanto, posteriormente, Klein trabalhou com Lennon e Yoko Ono, além de ter ajudado Harrison a organizar o evento beneficente Concerto para Bangladesh.

Fonte: G1

7月1日

Bill Bailey > Moonwalk

Mas a pergunta é: Quem inventou o Moonwalk?

  

Este é Bill Bailey sapateando em 1955, quando Michael não era nem um espermatozóide ainda.

Who’s Bad?

6月22日

Courtney Love

Courtney Love diz que Hole vai voltar

Trabalhando no álbum ‘Nobody’d daughter” desde 2005, Courtney Love diz que finalmente vai finalizar o disco. Segundo o site do semanário inglês “New Musical Express”, a viúva de Kurt Cobain vai ressuscitar o Hole, banda que fundou em 1989 com o guitarrista Eric Erlandson e que terminou em 2002.

 

A nova versão do Hole contará com a baixista Melissa Auf der Maur – que também tocou com o Smashing Pumpkins – nos backing vocals, enquanto a guitarra solo fica com o inglês Micko Larkin, recrutado pela cantora em Londres.

Love começou a trabalhar no disco após ser internada em 2005 após entrar para um programa de reabilitação por uso de drogas. O álbum conta com a participação de Billy Corgan, guitarrista e único membro original do Smashing Pumpkins, e da compositora Linda Perry, ex-vocalista do 4 Non Blondes e responsável por hits de Pink e Christina Aguilera.

 

Fonte: G1

6月21日

ulálá

Jon Bon Jovi entra para galeria da fama dos compositores nos EUA

O cantor Jon Bon Jovi e o guitarrista Richie Sambora entraram para a galeria da fama dos compositores nos Estados Unidos, segundo reportagem da BBC. Uma cerimônia em Nova York oficializou a entrada dos músicos no "Songwriters Hall of Fame". Os músicos Tom Jones e os veteranos Crosby, Stills e Nash também foram homenageados.

Na cerimônia de gala, Bon Jovi e Richie Sambora tocaram "Wanted dead or alive", um dos sucessos mais conhecidos da banda. "É o mais próximo que você pode chegar da imortalidade", disse o cantor sobre a homenagem.  

O "Songwriters Hall of Fame" foi instituído em 1969 e tem como um dos objetivos "homenagear grandes compositores que fizeram a trilha sonora" da história dos Estados Unidos. 

A lista de homenageados da entidade vai desde o início do século 17 até o surgimento do rock, na década de 1950, e tem nomes como Van Morrison, Keith Richards e Michael Jackson.

 

Fonte: G1