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10月29日 / cinema / Heath LedgerÚltimo videoclipe dirigido por Heath Ledger chega à internet O último videoclipe dirigido por Heath Ledger antes de sua morte chegou ao site YouTube esta semana. O vídeo, de três minutos e meio, traz a música "Cause an effect", do rapper britânico No Fixed Abode. O filme foi produzido por Ledger com uma única câmera, em sua garagem, em Sidney, na Austrália, antes de aparecer como o Coringa em "Batman - Cavaleiro das trevas", em 2008. Anteriormente, o ator havia criado videoclipes para a banda de rock Modest Mouse e para o guitarrista Ben Drake. Heath Ledger morreu em janeiro de 2008, vítima de uma overdose acidental de medicamentos. Fonte: G1
8月20日 Beatles
Para viabilizar o projeto, foram necessários meses de negociações até que fossem conseguidas as permissões para retomar o psicodélico filme de 1968, para o qual a banda inglesa emprestou sua imagem. Zemeckis, diretor conhecido por "Forrest Gump - O contador de histórias" (1994) e pela saga "De volta para o futuro", utilizará em "Yellow submarine" a mesma tecnologia de "live action" em 3D empregada para seu próximo projeto de natal, "A christmas carol". O diretor terá acesso a 16 canções dos Beatles para compor o argumento do filme, entre elas "Baby you're a rich man", "All you need is love", "When I'm 64", "Lucy in the sky withdDiamonds" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band". A história do filme original, dirigido por George Dunning, se passava em Pepperland, um paraíso submarino protegido pela Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band até que a banda é capturada pelos Blue Meanies, o que precisa ser desfeito pelos Beatles em seu submarino. A Disney acredita que terá a produção pronta para estrear na grande tela em meados de 2012, coincidindo com os Jogos Olímpicos de Londres. Fonte: G1
I’ve had the time of my life…I’ve had the time of my life… And will have it again!
De todos os remakes que são feitos hoje em dia, os que eu realmente gostaria de ver sendo feitos são os mais populares dos anos 80. Porém, com a mesma “liberdade” que existia na época… Sem tanta preocupação com o politicamente correto, com a censura, com as bilheterias. Por exemplo… De acordo com o ProductionWeekly, a Lionsgate vai produzir um remake de Dirty Dancing, clássico de 1987 — que tem Jennifer Grey, antes da cirurgia do nariz e portanto sensacional, numa cena antológica no lago — e já contratou Julia Dahl para escrever o roteiro. A história, pra quem vive em outro mundo, é sobre uma garota, Baby, que vai para um acampamento de verão com a família e tem aulas de dança com Johnny Castle. Só que ele, nas horas de folga, dança mais edificantemente, por assim dizer, com dançarinas pra apresentações e, quando uma delas precisa se ausentar, é “substituída” por Baby… Aí causa a maior treta do universo com a família… ENFIM. DUVIDO que o filme será tão… “Ritmo Quente” quanto o original, que a cena lá em cima existirá… Mas tou curioso pra saber quem é que vai interpretar os protagonistas. Aguardemos. Fonte: *Judão 8月7日 Festivais de cinema
O filme "Nowhere boy", sobre a vida de John Lennon, vai encerrar o Festival de Cinema de Londres deste ano, anunciaram organizadores do evento nesta segunda-feira (3). O longa-metragem retrata Lennon aos 15 anos, morando em Liverpool, e explora o relacionamento do músico com sua mãe, Julia, e sua tia Mimi, que o criou. "Nowhere boy" é o longa de estreia do artista plástico Sam Taylor-Wood, e traz o novato Aaron Johnson no papel de Lennon. Kristin Scott Thomas interpreta Mimi, e Anne-Marie Duff vive Julia. O roteiro é baseado no livro "Imagine this: Growing up with my brother John Lennon", escrito por Julia Baird, uma das irmãs do ex-Beatle. A 53ª edição do festival começa dia 14 de outubro com a animação "Fantastic Mr. Fox", do diretor Wes Anderson, e acontece até 29 de outubro. Fonte: G1 Lista![]() Cinema nacional![]() conta história de amor entre lésbica e travesti em Copacabana 03/08/09 - 07h00 - Atualizado em 03/08/09 - 14h43 Um pai abandona a família para se tornar travesti. Anos mais tarde, tenta se reconciliar com os parentes, mas se apaixona pela namorada do filho. O caso mostrado em um programa mexicano, desses no qual convidados lavam a roupa suja em frente a um auditório, inspirou a história do filme "Elvis e Madona", do diretor Marcelo Laffitte. O longa tem a atriz Simone Spoladore no papel da lésbica Elvis e o ator Igor Cotrim como o transex Madona. A produção, filmada em 2008, está em fase de tratamento de imagem e deve estrear em novembro de 2010, no Festival de Brasília. "É uma história de amor muito delicada, com toques de comédia", define o diretor, que escreveu o roteiro "imediatamente" após assistir o tal programa sensacionalista na TV americana, quando foi lançar o curta "Vox populi" em uma mostra em Miami, há 12 anos. "Foi árduo conseguir verba para as filmagens. Começamos a rodar em 2007, daí acabou o dinheiro, retomamos em 2008". Assim como a dificuldade em conseguir patrocínio - o longa custou R$ 1,2 milhões -, Laffitte temia que o enredo de "Elvis e Madonna" afugentasse o público mais conservador. O receio passou após algumas exibições-teste, com diferentes perfis de espectadores. "Logo nos dez primeiros minutos os personagens estão tão bem desenhados, que as pessoas se desligam do fato de que se trata de um travesti e uma lésbica se apaixonando. Eles vão se divertindo com a história, se envolvendo com essa coisa do feminino e do masculino do casal se sobressair conforme as situações". Para diminuir o impacto do argumento, Laffitte preferiu deixar os protagonistas longe de ambientes marginalizados, como geralmente são retratados os homossexuais no cinema nacional. Madona é uma cabeleireira que trabalha duro para realizar o sonho de produzir um espetáculo musical com drag queens. Elvis, entregadora de pizza, na verdade quer ser fotógrafa. Ambos vivem em Copacabana, onde se passa a maioria das cenas. O bairro carioca serviu também de inspiração para a música-tema "I love you, Copacabana", composta por Laffitte e Gabriel Moura e gravada por Elza Soares especialmente para o filme. "O encontro da dupla acontece quando Elvis faz um delivery no apartamento de Madona e a vê toda machucada, após levar uma surra. Ali começa a amizade, que mais tarde evolui para um sentimento forte", explica o cineasta. Madona com um 'n' só A escolha do nome do casal central não é apenas uma referência a dois grandes ícones do pop. Segundo Laffitte, "Elvis" é uma homenagem a uma amiga de infância chamada Elvira, que jocosamente recebeu o apelido. "Madona é por causa da popstar mesmo, mas a gente preferiu escrever com um 'n' só, para evitar problemas jurídicos". As associações à rainha do pop aparecem vez ou outra no filme. Igor Cotrim, o ator que dá vida à travesti, fez da música "Who's that girl?" um bordão da personagem. "Ela sempre diz essa frase quando se olha no espelho e se acha divina!", brinca Cotrim. O ator foi o último a ser escolhido para integrar o elenco, que também tem Maitê Proença, José Wilker, Buza Ferraz e Sérgio Bezerra. "O Igor foi o que se saiu melhor no teste, que teve mais química com a Simone", explica o diretor. "De início meu plano era ter um travesti de verdade no papel de Madona, inclusive fiz testes com alguns na Lapa". Alguns destes processos de seleção podem ser vistos no YouTube. "Quando fiquei sabendo do filme, me depilei e fui com a cara de pau, unha postiça e a coragem para o teste. Nunca fiz cinema, sempre fui ator de teatro", afirma Cotrim, que na televisão atuou na novela "Mulheres apaixonadas" (2003) e na série "Sandy e Júnior" (1999). Shows de drag queens e conversas com travestis na Lapa carioca serviram de laboratório, como conta o ator. "Foi lá que aprendi o gestual, a jogada de quadril, como mexer o cabelão, de misturar um monte de gírias com termos do candomblé", enumera. "Meu papel é o da 'mulherzinha' do romance, principalmente nas cenas mais quentes, quando Elvis vem para cima, querendo comer a Madona", debocha. Simone Spoladore, segundo define o diretor, foi orientada a ser uma "lésbica gatinha". "Claro que em alguns momentos ela tem uma expressão corporal mais dura. Mas a gente não queria que fosse uma mulher masculinizada. Ela faz uma lésbica gatinha, com momentos delicados", diz Laffitte. A mesma preocupação teve a atriz. "Não queria que ficasse uma coisa estereotipada. Fui a boates gays observar as meninas, observei algumas à minha volta", conta. Para Simone, "Elvis e Madona" está longe de ser polêmico e deverá agradar o público. "É um filme muito simpático, com situações de humor. Tem todos os elementos de uma comédia romântica, apesar de o casal ser meio torto". Fonte: G1 8月4日 cinema / ListaRevista elege os 10 maiores nerds da história do cinema Do G1, no Rio A revista "Empire" traz em sua edição mais recente uma lista dos 10 maiores nerds da história do cinema. A seleção de personagens inclui filmes de diversos gêneros e épocas, como Clark Kent (Christopher Reeve), de "Super-homem", Louis Tully (Rick Moranis), de "Os caça-fantasmas", e Ned Gold (Thomas Lennon), de "17 outra vez", em cartaz atualmente nos cinemas. "Os nerds estão rindo por último", diz o texto de apresentação da lista, que tem o objetivo de homenagear essas figuras que hoje garantem grande parte dos lucros de Hollywood e conseguiram transformar a Comic-Con San Diego, que terminou no domingo (26), em um evento tão importante para a indústria cinematográfica quando o Festival de Cannes. A revista justifica sua seleção de personagens em seu site. Confira abaixo a lista completa. Revista elege os 10 maiores nerds da história do cinema 7月26日 cinema | Radiohead na trilha de TwilightVocalista do Radiohead compõe música para o filme ‘Lua nova’ Thom Yorke, vocalista da banda inglesa Radioehad, escreveu uma música para o filme “Lua nova”, sequência de “Crepúsculo”, com o ator Robert Pattinson no elenco. Segundo Weitz, ele ouviria a canção de Yorke pela primeira vez neste sábado (25). Fonte: G1 7月23日 cinema | Alice no país das maravilhasCanal sclengmann.
Foi divulgado nesta quarta-feira (22) o primeiro teaser-trailer de ‘Alice no país das maravilhas’, adaptação de Tim Burton para o livro clássico de Lewis Carrol. No elenco estão Johnny Depp como chapeleiro maluco, Helen Bohan Carter como rainha das copas, Anne Hathaway como rainha branca e Mia Wasikowska como Aline. O filme estreia prevista para março de 2010 nos Estados Unidos e também será exibido em salas 3D. © 2009 Disney.
Fonte: Uol 7月11日 cinema / estreias de cinemaSandra Bullock volta às comédias românticas em ‘A proposta’ Carla Meneghini Com sucessos como “Miss simpatia” e “Forças do destino”, Sandra Bullock entrou o século 21 com o título de rainha das comédias românticas. Entretanto, há cerca de sete anos, a atriz surpreendeu Hollywood com a decisão de mudar o rumo de sua carreira, deixando o gênero de lado e investindo em dramas – como o oscarizado “Crash” – e até em terror – como em “Premonições”.
Agora, Bullock retorna ao universo das comédias românticas com “A proposta” (The proposal), que chega aos cinemas brasileiros nesta sexta-feira (10), depois de fazer bonito nas bilheterias americanas, em que já estreou na liderança. vídeo retirado do canal InSUBs (youtube) Aos 44 anos, Sandra Bullock divide a tela com Ryan Reynolds (de “X-Men – Origens: Wolverine”), que interpreta Andrew, o desajeitado assistente da poderosa editora Margaret. A química entre os dois atores fornece dinâmica à trama e garante algumas das sequências mais engraçadas. Ao descobrir que pode ser deportada de volta para o Canadá, seu país de origem, a chefe arma um plano para conseguir um novo visto, declarando que está noiva de Andrew. Só que o assistente percebe que pode virar o jogo a seu favor e começa a impor exigências à sua arrogante chefe, como uma doce vingança por seus mandos e desmandos. Assim, ele exige, por exemplo, que ela o peça em casamento com toda pompa, de joelhos e publicamente. E isso é apenas o começo, até virar paixão, é claro. Sob a direção certeira de Anne Fletcher (de "Vestida para casar"), "A proposta" é um raro exemplo de comédia romântica em que risos e romance aparecem de forma viva e equilibrada, sem descambar para o pastelão ou a água-com-açúcar. Apesar de previsível e superficial, como manda a cartilha do gênero, o filme diverte com uma guerra dos sexos charmosa e atual. cinema / TerrorJoão Gordo empresta voz a personagem de terror Cantor fez dublagem para o filme 'Matadores de vampiras lésbicas'. Do G1, no Rio
7月5日 ‘Mamonas, o doc’Documentário dos Mamonas Assassinas vai dar origem a um filme de ficção Treze anos depois do trágico acidente de avião que deu fim à curta carreira dos Mamonas Assassinas, a história de uma das bandas mais populares do Brasil deve levar muitos fãs aos cinemas. Pela menos essa é a aposta do diretor Cláudio Kahns - de “Feliz ano velho” (1987) e “A marvada carne” (1985) – que, diante do vasto material pesquisado sobre o quinteto de Guarulhos, decidiu recontar a trajetória do grupo no documentário “Mamonas, o doc”. O longa, cuja pré-estreia será neste sábado (4) na cidade natal dos músicos para um público estimado em oito mil pessoas (no dia 11 de julho, o documentário será exibido no festival de Paulínia; ainda não há previsão de estreia no circuito), deve dar origem ainda a um filme de ficção, com lançamento previsto para 2010. Segundo Kahns, o costume dos integrantes de registrar uns aos outros em vídeo em diversas situações ajudou na composição do filme, e isso de fato acaba funcionando como um diferencial. Seja tentando fazer um videoclipe na época em que ainda eram chamados de Utopia e vendiam apenas 100 cópias de LPs para os amigos, ou indo para Los Angeles finalizar o álbum de estreia dos Mamonas em 1995, eles conseguiam comprovar que eram mesmo bons de piada. Em ordem cronológica, o filme mostra como o vocalista Dinho, acompanhado de Bento (guitarra), Julio Rasec (teclados) e os irmãos Samuel (baixo) e Sérgio Reoli (bateria) deixaram para trás a melancolia dos anos 80 de sua antiga e totalmente desconhecida banda para se tornar um fenômeno pop responsável por vender cerca de dois milhões de discos graças a sucessos como “Pelados em Santos”, “Vira-vira” e “Robocop gay”. Se o material inédito deve satisfazer a curiosidade dos fãs, este é ao mesmo tempo um dos pecados do filme. Em alguns momentos, a baixa qualidade das imagens compromete o resultado. O mesmo acontece com alguns entrevistados, como o produtor Rick Bonadio. Não há dúvida quanto a importância dele para o “estouro” dos Mamonas Assassinas – já que foi um dos responsáveis por ajudar a lapidar a sonoridade "roqueira brega" e a performance escrachada do grupo – mas seus depoimentos podem se tornar cansativos. Os deslizes, porém, não tiram a graça dessa história - que mais se parece com uma revista em quadrinhos do que com a vida real. Pré-estreia de “Mamonas, o Doc” Fonte: G1 7月4日 cinema / Harry PotterAtor que interpreta melhor amigo de Harry Potter se recupera da nova gripe
O agente do ator Rupert Grint, de 20 anos, que interpreta o jovem bruxo Ron Weasley na série de filmes "Harry Potter", disse que o rapaz está se recuperando de uma leve infecção pelo vírus H1N1, causador da nova gripe. Christian Hoddell, da empresa Hamilton Hoddell, afirmou que Grint teve de se afastar dos sets de filmagens da série por alguns dias, mas já conseguiu voltar ao trabalho. Ron Weasley é o melhor amigo de Harry Potter no universo mágico criado por J.K. Rowling. A estreia mundial da sexta parte da saga, "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", acontece neste mês.
Fonte: G1 6月22日 trailerFilme sobre o fim do mundo destrói Cristo Redentor Cena é parte de '2012', novo longa do diretor Roland Emmerich.
6月12日 Woodstock | lançamento em DVDDocumentário sobre Woodstock ganha edição para colecionador "Woodstock - 3 Days of Peace and Music" é a nova edição do documentário "Woodstock - Onde tudo começou", com o qual Michael Wadleigh retratou o marco do movimento hippie em 1969 e cujo lançamento nesta quinta-feira (4), em Nova York, abriu as comemorações pelo 40º aniversário do famoso evento. Atuações nunca vistas de Joan Baez, Santana, The Who ou Joe Cocker no festival que revolucionou a história do rock entre 15 e 18 de agosto de 1969 poderão ser vistas novamente agora graças à edição de colecionador do filme, com o qual Wadleigh imortalizou o evento. "Muitos desses artistas já não estão aqui, mas o espírito deles sobrevive em nós, em todos os que mantivemos os ideais da geração de 1960", disse Wadleigh durante a apresentação à imprensa da nova edição de um documentário que deu a volta ao mundo e com o qual ganhou um Oscar em 1971. O diretor se mostrou "entusiasmado" com a qualidade da imagem e do som na nova edição do filme, gravado com cinco câmeras enquanto se produzia um acontecimento que reuniu cerca de 500 mil pessoas sob o lema de "sexo, drogas e rock'n'roll", em uma fazenda cerca de 129 quilômetros de Nova York. "O certo é que todas essas pessoas estavam lá por algo mais que uma música maravilhosa e foi isso o que retratamos no documentário", explicou o diretor, que manteve os irreverentes cabelos longos que usava nos anos 60, quando embarcou em uma história que então soava a "ecologia, comunismo e cultura". Para o cineasta, "Woodstock - Onde tudo começou" e "Woodstock - 3 Days of Peace and Music", de quatro horas de duração, são "um trabalho decente e honesto que utiliza o festival como metáfora de quanta coisa aconteceu durante a década de 60 nos Estados Unidos".
"É maravilhoso ver esta nova versão. Leva você diretamente para aquele tempo, para aquele show e deixa você tão cansado como se tivesse estado lá", explicou o cineasta, que contou com o então pouco conhecido Martin Scorsese como assistente de direção. Wadleigh foi acompanhado nesta quinta na apresentação do documentário por membros de algumas das bandas que revolucionaram a história do rock naqueles dias de agosto, nos quais nem a incessante chuva nem o desconforto de público e artistas conseguiram fazer fracassar o que muitos definem como o melhor show da história. "Tentou-se imitar muitas vezes Woodstock, com réplicas em muitos lugares, mas jamais se conseguiu reproduzir o que vivemos ali", disse Michael Carabello, percussionista da primeira banda de Santana que participou no então chamado Festival da Música e da Arte de Woodstock. Na nova edição do documentário, aparecem partes da atuação de Carabello nunca vistas. O músico afirmou que jamais poderá esquecer "o medo" que sentiu ao se ver "diante de meio milhão de pessoas, quando a banda sequer tinha um disco no mercado". A nova edição do documentário inclui duas horas de material inédito de 13 bandas, entre as quais, além de Santana, estão Sha Na Na, The Grateful Dead ou Creedence Clearwater Revival.
"Ainda tentamos resolver um enigma: o que fez tanta gente ir até Woodstock", brincou Joel Rosenman, um dos organizadores, junto a Michael Lang e Artie Kornfeld, de um show que definiu como "o paraíso, apesar das filas, das aglomerações, da chuva e do barro". Os cérebros que organizaram o festival não escondem que o evento foi "um enorme fracasso financeiro", como lembrou Lang, que também reconheceu que, se Woodstock acabou conseguindo dinheiro e ocupando um lugar no mundo, foi graças ao documentário de Wadleigh. "Acontece o mesmo em qualquer lugar do mundo, sempre há alguém que me diz que esteve em Woodstcok. O que ocorre é que a fita chegou a todas as partes e ofereceu a oportunidade a novas gerações de desfrutar de uma experiência brilhante", explicou Lang. "Woodstock - 3 Days of Peace and Music" será colocado à venda em DVD ou Blue-ray em 9 de junho nos Estados Unidos.
Fonte: G1 5月16日 documentárioDocumentário sobre Joe Strummer é exibido em SP
Joe Strummer, ex-vocalista da banda punk The Clash, é tema de documentário de Julien Temple, amigo íntimo do vocalista. Joe Strummer: O Futuro Está para Ser Escrito, está na mostra Tribos Urbanas, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, como publicou a Folha Online. Temple e Strummer se conheceram em 1976, logo após a formação do Clash. Fascinado por rock and roll, o cineasta passou a filmar bandas da cena punk londrina, principalmente o Clash e os Sex Pistols, até o dia em que Strummer deu um ultimato a Temple. Ou o Clash, ou os Pistols. E ele escolheu a outra banda. Diretor e roqueiro ficaram afastados até os anos 90, quando Joe Strummer se casou com uma amiga de escola da mulher de Temple. Por meio de entrevistas com pessoas ligadas a Strummer e com gente como Johnny Depp, Martin Scorsese e Bono, Temple procura decodificar o guitarrista, letrista e vocalista de uma das bandas mais atuantes e engajadas do rock. A partir de referências sociais e políticas em músicas como Tommy Gun e Spanish Bombs, Strummer foi chamado de "porta-voz de uma geração". Segundo Temple, ele lidava com a expressão de uma maneira ambígua:
Fonte: clicrbs 4月18日 2 em 1Quando a Disney copia a própria DisneySabe aquela impressão de que “acho que eu já vi esse filme”? Quando se trata das animações clássicas da Disney, pode ser que não seja apenas uma impressão. Um sujeito viu os filmes várias vezes e descobriu cenas e ações envolvendo personagens diferentes se repetindo ao longo dos desenhos. São 3 minutos e meio de “vale a pena ver de novo”: Galeria atualizada Foi adicionado um álbum de imagens das celebridades com perucas engraçadas. Confira aqui.
1月7日 JDJohnny Depp fala sobre papel de gângster em novo filme
Johnny Depp é o destaque da capa da revista "Entertainment Weeky". O ator vai viver o gângster John Dillinger, um dos criminosos mais famosos do século 20, no filme "Public Enemies".
O longa, que tem Christian Bale como um agente do FBI, se passa em 1934.
Fonte: Quem 8月20日 filme de terror irá ganhar nova versão‘Poltergeist’ vai ganhar nova versão
O estúdio ainda procura um diretor para o projeto, mas Stiles White e Juliet Snowden devem cuidar do roteiro –eles são especialistas em escrever filmes de terror. Participaram do ainda inédito “Knowing”, com Nicolas Cage, e do remake de “Os pássaros”. Também não há informações sobre elenco. Lançado em 1982, “Poltergeist” foi baseado em uma história de Steven Spielberg. Tobe Hooper dirigiu e JoBeth Williams, ao lado de Craig T. Nelson, protagonizou. O filme, que teve duas seqüências em 1986 e 1988, conta a história de uma família que é aterrorizada por fantasmas, sendo que a filha entra em contato com os seres sobrenaturais pela televisão. Fonte: G1 5月19日 Sessão da tardeJá que hoje (19/05) irá passar na sessão da tarde (na globo) esse filme extraordinário que tal um texto sobre ele. Ghost Original: Ghost “Ooooooh… my lovi, my darling…. ummu mmumu…” (que isso, mandei muito no inglês!!). Filme que agrada 10 entre 9 mulheres pesquisadas (uma tinha personalidade dupla). Esse filme marcou época, quantos moleques vi dando cabeçada em parede achando que era fantasma, fazendo bobagem e achando que estavam invisíveis. Lembro que tinha medo daquelas sombras que vinham buscar os bandidos mortos, tinha uns gritinhos, macabro... mas eu não dormia de luz acessa (só com a porta entreaberta e minha mãe do meu lado até eu dormir... só isso).
A cena mais engraçada é quando a Whoopi Goldberg vai doar o cheque pra caridade, muito bom ela disputando o cheque com a madre. Mas nem tudo é comédia, conheço pessoas que tem trauma deste filme por causa daquele fantasma do metrô. Realmente aquele cara dava medo, além de ser feio pra chuchu (gíria de velho). Meu sonho era poder saltar dentro do metrô igual ao fantasma (é melhor do que ficar espremido com a cara na porta). Abaixo uma cena do professor feioso ensinando o Sam a encostar nas coisas.
Esse filme tem um elenco muito bom. Patrick Swayze faz o fantasminha camarada e uma dupla muito engraçada com a Whoopi Goldberg. Essa sim bombou nesse filme, após fazer um papel dramático em A Cor Púrpura, Whoopi se mostrou muito bem como comediante, tanto que ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante. Mas Demi Moore é show, muito gatinha (e olha que nem gosto de mulher de cabelo curtinho) fazendo o papel da Molly. Abaixo uma ótima cena com a Whoopi Goldberg (ela se trancando no armário é hilário):
A história é sobre Sam que é assassinado e volta do além para salvar sua esposa Molly que também corre risco de acabar a 7 palmos do chão (não, não é na China). Sam então pede ajuda a uma médium charlatã, Oda Mae (não é um personagem do Guerra nas estrelas), que consegue ouvi-lo. Quando Molly se convence que Oda Mae não é uma maluca, ela começa a descobrir porque seu marido foi morto. No fim, com a ajuda de Sam, os bandidos são mortos e são sugados pelas sombras negras... medo!! (droga, agora vou ter que chamar minha mãe pra vir dormir comigo). Cena Inesquecível: Cena clássica onde Molly tá fazendo o vaso da vida dela, que seria exposto em Nova York e ela ganharia milhões $$$, mas o Sam “taradão” desmancha tudo pra um prazer carnal momentâneo (bem, pra mim valeu a pena).
Curiosidade: Molly Ringwald, Meg Ryan e Nicole Kidman fezeram teste para o papel de Molly. Enquanto o papel do Sam foi recusado por Bruce Willis porque achou que o filme não faria sucesso (ah... careca safado).
Texto de: Marcelo Holanda
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