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8月31日 40 anos do Festival de Woodstock40 anos depois, Woodstock sai do armário: um gay salvou o festival
Agosto de 1969. Centenas de milhares de pessoas se reúnem em uma fazenda em Bethel, a 145 km de Nova York, para celebrar a música, o amor livre e os ideais da contracultura. Quarenta anos, algumas dezenas de discos, livros e documentários depois, a história do lendário Festival de Woodstock é mais do que conhecida. O que muitos ainda desconhecem é a história de Elliot Tiber, “o gay que salvou Woodstock”. Tema de “Taking Woodstock”, comédia de Ang Lee que chega aos cinemas até o final deste mês, Tiber foi o sujeito que indicou e intermediou o aluguel da fazenda que sediou o festival, nos dias 15, 16 e 17 de agosto daquele ano. Exatamente um mês antes da abertura do evento, inicialmente previsto para acontecer em Wallkill para um público estimado de 50 mil pessoas, a câmara de vereadores da cidade cancelou a licença de realização do festival, deixando o produtor Michael Lang e seus sócios com um abacaxi de US$ 2 milhões já investidos em estrutura de palco, som e técnicos.
“De repente, parecia que tudo aquilo poderia mudar. O Festival de Artes e Música precisava de um lar e de uma licença. ‘Tenho a licença’, pensei comigo. ‘E posso garantir um lugar para o evento ’”, escreveu Tiber no livro de memórias recém-lançado no Brasil (editora Best Seller), batizado de “Aconteceu em Woodstock”. “‘Meu Deus! A gente pode sediar esse troço!’”, continuou ele, que, então aos 34 anos, dividia seu tempo entre o trabalho no El Monaco, hotel de beira de estrada comprado por seus pais, e a presidência da Câmara de Comércio de White Lake, comunidade vizinha a Bethel. No livro e no filme, os eventos que se sucederam são narrados em ritmo alucinante – da chegada do helicóptero com os produtores do festival para vistoriar o local à invasão quase que imediata de milhares e milhares de hippies à pacata White Lake. Pela primeira vez em sua história, transformado no quartel-general dos organizadores, o El Monaco teve todos os quartos alugados; pela primeira vez, Tiber viu sua mãe distribuindo sorrisos em vez de grosserias, e também pela primeira vez na vida, o jovem judeu recebeu carinho do pai, que, doente, acabou morrendo um ano depois do festival. “Ele me abraçou lá e disse: ‘você me fez tão feliz’. Mas não pôde dizer ‘eu te amo’. Ele nunca disse. A mamãe também não, estava sempre ocupada contando o dinheiro”, lembrou Tiber em entrevista por telefone ao G1. Homossexual assumido, o autor de “Aconteceu em Woodstock” relata a seguir a sua própria versão do que aconteceram naqueles “três dias de paz e música” – e de muita ralação. Quarenta anos depois, o mundo está olhando novamente para Woodstock. Acha que ainda é difícil de as pessoas enxergarem o festival para além de seus clichês? De que forma o seu livro e o filme de Ang Lee podem ajudar a jogar uma nova luz sobre o festival? O filme é a minha história, a história de um jovem gay que tem um sonho e que trabalha para realizá-lo. Mostra que nem todos os gays são como os filmes mostravam - viciados em drogas, com distúrbios psicológicos, assassinos, lunáticos ou pior. Fala de um homem decente, bem-educado, com uma vida de trabalhador. É um filme muito bonito e engraçado, uma comédia. Quando olho para trás, para todos esses acontecimentos, os relato de uma forma divertida, mas na época era uma coisa caótica, deu muito trabalho. Eu estava frenético e as coisas estavam dando errado.
Fala-se muito da importância de Woodstock para a liberação sexual, mas em especial de héteros. Qual foi o papel desse evento para o movimento gay? Foi só então que eu me senti parte da raça humana, porque até ali eu achava que era o único [gay]. Cresci cercado por famílias, casais de héteros, meninos e meninas, me sentia totalmente isolado. Mas, de repente, pelas seis semanas em que fiquei envolvido com o festival, havia gays e lésbicas, e me relacionava com eles, me senti respeitado, ganhei autoestima e senti que era alguém que tinha algo a contribuir com a sociedade. E muitas pessoas ali, tanto gays quanto héteros, perceberam que poderíamos ter um mundo em que as pessoas se juntavam sem brigas, sem problemas de raça ou cor ou crença. Podiam se tornar uma só nação. E foi isso que ocorreu. Infelizmente, no final daquele verão, quando o festival acabou e todo mundo foi embora, foi o fim. Só alguns anos depois se começou a falar sobre isso e perceber o que realmente aconteceu. Agora há um foco enorme no aniversário de 40 anos, Woodstock se tornou um grande ícone. Diria que, politicamente, Woodstock foi a vitória definitiva dos gays? Tiber - Não. Foi uma vitória. Agora, mês passado, 40 anos depois, o presidente Obama convidou organizações de gays e lésbicas à Casa Branca para discutir direitos civis, casamento e igualdade para gays e lésbicas nesse país. Quarenta anos depois, a Focus Features – mesma produtora de “Taking Woodstock” – lançou o filme "Milk" [sobre o político e ativista gay de São Francisco Harvey Milk], reacordando a comunidade gay, que não sabia que pessoas morreram para poder ser livres, sair na rua e segurar na mão de um namorado ou de uma namorada sem ser preso. Eles não sabiam. E agora sabem. A comunidade jovem de gays e lésbicas por toda a América e também em todo o mundo está se inspirando para tentar conquistar direitos iguais – não só casamento, mas direitos como qualquer outro cidadão. Não sei como é no Brasil, mas espero que esteja igual.
De volta ao rock’n’roll, o filme de Lee mostra poucas cenas do palco de Woodstock. Pessoalmente, você conseguiu ver as bandas e de que shows mais gostou? Esses artistas também foram ao seu hotel? Conheci também Jimi Hendrix, Richie Havens. Eu estava muito alegre, porque era outro mundo para mim. Agora, tenho estado no showbusiness por todos esse anos, conheço muitas celebridades, mas naquela época não, então era incrível para mim. Eu me sentia realizado por eles me receberem bem. Quando eu dizia quem era, eles me abraçavam como se fôssemos grandes amigos. Foi maravilhoso. O contrato de Woodstock foi realmente firmado à base de leitinho achocolatado, como Ang Lee sugere no filme?
Há um caso curioso no livro e no filme. Você relata que, no momento em que desceu do helicóptero, Michael Lang olhou e o chamou pelo nome, dizendo que eram amigos de infância. Mas você diz que não o conhecia. Quem está falando a verdade? Você retornou a Bethel nas décadas seguintes a Woodstock? O que está fazendo agora?
No filme, seu relacionamento com a sua família parece um misto de amor e repressão, mas nunca de ódio. Quando não conseguia agradar seus pais, você parecia apelar para a ironia e para algo que você chamou de “a maldição dos Teichberg” – o sobrenome Tiber, na verdade, é uma abreviação de Teichberg. Isso mudou ao longo dos tempos? Tiber - Meus pais morreram. Minha mãe morreu em 1991, aos 97 anos, e meu pai morreu um ano depois do festival. Ele estava muito doente. Ele me abraçou lá e disse: “você me fez tão feliz”. Mas não pôde dizer “eu te amo”. Ele nunca disse. A mamãe também não, ela estava sempre ocupada contando dinheiro. Eram ambos lutadores, que vieram para a América na Primeira Guerra como refugiados. Não falavam a língua, trabalharam duro a vida toda e nunca se divertiram. Meu pai se divertiu pela primeira vez em Woodstock, minha mãe, nunca. Eu nunca me dei bem com ela até o dia em que ela morreu. Ela nunca aceitou a mim ou a meus namorados - eu tinha um namorado belga, ficamos juntos por 27 anos, e ela nunca soube o seu nome, sempre esquecia. Uns dias antes de morrer, meu pai veio a mim e disse: "eu quero que você vá em frente e tenha uma boa vida com seu amigo, sei quem você é, e tudo bem por mim." E eu fiquei chocado em ouvir isso. E a maldição Teichberg se refere ao fato de que minha família era toda de perdedores. Minha mãe nunca foi boa comigo, nunca me amou, nunca me abraçou, nunca demonstrou nada. Era uma família disfuncional e por isso eu chamava de uma maldição. O filme não mostra desse jeito porque não é um documentário. Se mostrassem tudo no livro seria um filme de 40 horas. Diria que, hoje, está livre da maldição? Tiber - Ah, sim, sim, claro. Construí minha própria vida, fui aceito no mundo todo, em Paris, Bruxelas, Roma, Amsterdã... Estudei com [os artistas] Mark Rothko e Kurt Seligman. Quando comecei a sair, fiquei amigo de Truman Capote, Tennessee Williams , Rock Hudson, Marlon Brando. Conheci muitas pessoas ao longo dos anos, atores, artistas. Vivi uma vida muito rica. E me livrei da maldição, isso é certo. 40 anos do Festival de WoodstockMovimento hippie consolidou rebeldia pacífica da geração de 1960 Há exatos 40 anos, numa certa fazenda de Bethel, perto de Nova York, milhares de jovens se reuniram para cantar, dançar e manifestar o que mais queriam do mundo naquele momento: paz. O festival de Woodstock foi a celebração de um movimento que se tornou símbolo da geração de 1960 e 1970: os hippies pautaram a moda, a literatura e a música. E causaram muitos problemas para as autoridades. O momento era de efervescência. Os autores Ken Goffman e Dan Joy escreveram no livro "Contracultura Através Dos Tempos" que, nessa época, “novas filosofias eram concebidas com quase a mesma frequência que minissaias” e que, em muitos momentos, “parecia que alguma espécie de prisão psíquica tinha sido aberta e todos os jovens estavam tentando escapar de lá.” Os padrões sexuais da época ainda consideravam o sexo antes do casamento um tabu e, as moradias mistas, ofensivas. Desafiadores, os novos esquerdistas eram claros em seu desprezo a qualquer paradigma ou regra do tipo. E essa postura os transformou na coisa mais sensual do campi.
“Enquanto a lógica militarista da Guerra Fria continuava firme na psique da maioria dos americanos durante o início da década de 1960, as soturnas tendências contraculturais autoritárias deixadas pela década de 1950 dos beatniks começaram a evoluir no sentido de um estilo mais alegre, absurdo”, escreveram Ken Goffman e Dan Joy. Enquanto isso, lojas vendiam colares, incenso e camisas indianas. Entre os muitos grupos de contracultura da época estavam os diggers - o nome vinha do movimento rural inglês do século XVII contra a propriedade privada. Eles acreditavam que o espaço da rua era essencial para interações e, para festejar a cultura hippie, promoveram em 1967 um evento chamado “Human Be-In”, divulgado como “reunião de tribos”, que reuniu 15 mil pessoas no Parque Golden Gate, no distrito Haight-Ashbury, em São Francisco, Califórnia. Naquele ano, o “verão do amor” reuniu dezenas de milhares de jovens na região. Segundo os autores Ken Goffman e Dan Joy, “o que os garotos perdidos encontraram na ‘Capital do Sempre’ foi comida insuficiente, alojamento insuficiente, um núcleo superlotado de filósofos de rua hippies que só podiam oferecer conforto e conselhos, e muitas drogas.“ Viagens e viagens Um dos pilares do movimento era o uso do maior número possível de diferentes tipos de drogas. Em 1962, por pressão da agência de inteligência dos EUA (a CIA), a Universidade de Harvard dispensou os pesquisadores Richard Alpert e Timothy Leary, que faziam estudos sobre substâncias alucinógenas. A demissão gerou uma onda de rebeldia e despertou o interesse de muitos estudantes. Um grupo de jovens se reuniu e escreveu a declaração de Port Huron, manifesto que definiu uma nova orientação de esquerda radical americana. O texto dizia, entre outras coisas: “Nós somos pessoas dessa geração, criados em conforto modesto, agora instalados nas universidades, olhando desconfortavelmente para o mundo que herdamos. [...] Solidão, estranhamento, isolamento descrevem a enorme distância que há hoje entre os homens. Essas tendências dominantes não podem ser superadas por uma melhor administração pessoal nem por aparelhos melhorados, mas apenas quando o amor do homem supera a adoração idólatra das coisas pelo homem.” Os governos empreendiam batalhas contra o LSD, popularizado em letras de músicas. Logo começaria a repressão. “Em 1966, esse carnaval descontrolado de jovens selvagens estava começando a preocupar as autoridades, especialmente nos EUA. Para começar, segundo o FBI, eles eram aproximadamente mil fugitivos juvenis [...] se jogando em festas selvagens por toda a noite, com loucas luzes piscando, nudez, sexo, Hell’s Angels e cada vez mais gente balbuciando besteiras cósmicas”, escreveram Goffman e Joy.
Uma reportagem da revista Time de 1967 citava um diretor de saúde pública de São Francisco dizendo que a cidade estava gastando US$ 35 mil por mês com tratamentos antidrogas para os mais de 10 mil habitantes hippies. Em maio de 1968, Paris explode em greves e manifestações. A morte de Martin Luther King piorou o clima entre os proeminentes movimentos pela luta de direitos para os negros. Nos EUA, conflitos foram registrados em 125 cidades; 40 pessoas foram mortas e mais de 20 mil presas. Legado hippie "Nós, nos anos 1960, antecipamos muitas das coisas que temos hoje, como a luta pelos direitos civis, pelos direitos das mulheres, a yoga. O movimento não acabou. Eu ainda moro numa comunidade hippie com as pessoas que conheço há 35 anos. Nós estudamos, trabalhamos, como todo mundo. E hoje o mundo sofre com o materialismo novamente", disse em entrevista ao G1 o jornalista John McCleary, autor de "The Hippie Dictionary" - inédito em português. Segundo a historiadora Patricia Marcondes de Barros, o movimento e suas principais manifestações foram absorvidos pela tecnocracia. "O próprio teor crítico com o qual o movimento buscou enfrentar o sistema acabou se banalizando sob a forma de produtos a serem vendidos e consumidos, alimentando a estrutura empresarial que se formou em torno de antigos slogans revolucionários." Mas, para ela, o legado hippie vai muito além das camisetas tie-dye. "A contracultura sessentista foi muito além do “verão do amor”. Sua ressignificação faz-se necessária para entendermos a amplitude e a importância do movimento. Houve, através dele, a inclusão dentro da história social das chamadas “minorias”: negros, mulheres e homossexuais. Também foi importante quanto aos assuntos tão em voga atualmente, como ecologia e sustentabilidade." 40 anos do Festival de WoodstockLembranças de Woodstock estimulam debate sobre gerações
Com o aniversário de 40 anos de Woodstock, milhares de pessoas que tiveram a oportunidade de participar do festival estão saudosas. Harriet Fier era uma jovem cheia personalidade e opiniões, em 1969. Ao falar sobre o evento, ela não esconde o orgulho de ter participado do momento histórico. “Acho que uma parte da magia foi a espontaneidade. Acho que eles não esperavam 400 mil pessoas. Anunciaram o show, a coisa saiu do controle, mas continuou em ordem. Isso fez a diferença”, conta Fier, enquanto mostra para o filho Will Mantell, de 17 anos, uma foto com as amigas na época. A conversa logo se transforma em um debate sobre as diferenças entre as gerações. A mãe conta que se interessou pelo evento logo que recebeu o folheto, convidando para os três dias de shows. Já o filho acredita que dificilmente isso aconteceria de novo.
“A geração de hoje é muito diferente. Não sei se eles eram mais ou menos inocentes. Só acho que nos anos 1960, tinha a música e a guerra contra o Vietnã. E agora a gente tem o Facebook e o MySpace. Essa é a cultura dos jovens de hoje”, analisa o jovem Mantell. “Entendi. Acho que a noção de comunidade de vocês é o Facebook, que é uma espécie de Woodstock virtual. A nossa noção de comunidade era estarmos todos juntos em um lugar só”, completa Fier. Fonte: G1 40 anos do Festival de Woodstock10 artistas essenciais para entender Woodstock Marco máximo do movimento hippie, o Festival de Woodstock foi um evento de paz, amor... e música. Durante os três dias do evento, que foi realizado entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969 em uma fazenda na comunidade rural de Bethel (NY), 31 atrações musicais passaram pelo palco do festival, incluindo apresentações lendárias como as do guitarrista Jimi Hendrix e a da cantora Janis Joplin. Para comemorar o 40 anos de Woodstock, o G1 preparou uma seleção de músicas de dez artistas e bandas essenciais para entender o espírito da época. Clique aqui para ouvir o especial com músicas dos 10 artistas selecionados A lista inclui: "Evil ways" (Santana), "St. Stephen" (Grateful Dead), "Bad moon rising" (Creedence Clearwater Revival), "Piece of my heart" (Janis Joplin with The Kozmic Blues Band), "Dance to the music" (Sly and the Family Stone), "My generation" (The Who), "White rabbit" (Jefferson Airplane), "With a little help from my friends" (Joe Cocker), "Suite: Judy Blue Eyes" (Crosby, Stills, Nash and Young) e "Purple haze" (Jimi Hendrix). Confira a seguir, mais informações sobre os artistas de Woodstock:
40 anos do Festival de WoodstockCompositora do ‘hino de Woodstock’ viu o festival pela TV
Como “marco de geração” que se preze, Woodstock tem direito ao seu próprio hino. “Woodstock”, a música, foi escrita por Joni Mitchell e ficou famosa na voz de Crosby, Stills Nash & Young, em 1970. Versos como “quando chegamos em Woodstock/ Nós tínhamos a força de meio milhão/ E por toda a parte, uma música e uma celebração” são lembrados com carinho pelos frequentadores do festival. Só que existe um porém: Mitchell não esteve em Woodstock. Mitchell não está sozinha nas fileiras dos artistas convidados que desistiram (ou não conseguiram chegar ao) do festival. Uma das ausências mais lembradas é do The Doors, e as versões do motivo da sua falta são as mais variadas, e costumam recair sobre o vocalista Jim Morrison. Fonte: G1 8月27日 PopMorre Ellie Greenwich,compositora do hit dos anos 60 'Be my baby'
Ellie Greenwich, coautora de diversos hits da música pop, como ''Do wah diddy diddy", ''Be my baby", "Chapel of love" e "Leader of the pack", morreu nesta quarta-feira (26) aos 68 anos de ataque cardíaco em um hospital de Nova York, onde ela estava se tratando de uma pneumonia, de acordo com a sua sobrinha, Jessica Weiner. Membro do Hall da Fama dos Compositores, Ellie fez sucesso ao se juntar ao ex-marido, Jeff Barry, e ao produtor Phil Spector. Juntos, eles compuseram canções como "Be my baby" e "Baby, I love you" Canal no youtube: manu2047 Nascida no Brooklyn, ela começou a carreira em shows de talentos ainda na infância e chegou a formar o seu próprio grupo, batizado de The Jovettes, na adolescência. Na faculdade, trabalhou com os compositores Jerry Leiber e Mike Stoller. Como arranjadora e cantora, Ellie trabalhou com grandes artistas, incluindo Frank Sinatra e Ella Fitzgerald. Ela ainda ajudou Neil Diamond no início da carreira e foi coprodutora de seus primeiros hits, como "Cherry, cherry" e "Kentucky woman". 8月20日 Beatles
Para viabilizar o projeto, foram necessários meses de negociações até que fossem conseguidas as permissões para retomar o psicodélico filme de 1968, para o qual a banda inglesa emprestou sua imagem. Zemeckis, diretor conhecido por "Forrest Gump - O contador de histórias" (1994) e pela saga "De volta para o futuro", utilizará em "Yellow submarine" a mesma tecnologia de "live action" em 3D empregada para seu próximo projeto de natal, "A christmas carol". O diretor terá acesso a 16 canções dos Beatles para compor o argumento do filme, entre elas "Baby you're a rich man", "All you need is love", "When I'm 64", "Lucy in the sky withdDiamonds" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band". A história do filme original, dirigido por George Dunning, se passava em Pepperland, um paraíso submarino protegido pela Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band até que a banda é capturada pelos Blue Meanies, o que precisa ser desfeito pelos Beatles em seu submarino. A Disney acredita que terá a produção pronta para estrear na grande tela em meados de 2012, coincidindo com os Jogos Olímpicos de Londres. Fonte: G1
I’ve had the time of my life…I’ve had the time of my life… And will have it again!
De todos os remakes que são feitos hoje em dia, os que eu realmente gostaria de ver sendo feitos são os mais populares dos anos 80. Porém, com a mesma “liberdade” que existia na época… Sem tanta preocupação com o politicamente correto, com a censura, com as bilheterias. Por exemplo… De acordo com o ProductionWeekly, a Lionsgate vai produzir um remake de Dirty Dancing, clássico de 1987 — que tem Jennifer Grey, antes da cirurgia do nariz e portanto sensacional, numa cena antológica no lago — e já contratou Julia Dahl para escrever o roteiro. A história, pra quem vive em outro mundo, é sobre uma garota, Baby, que vai para um acampamento de verão com a família e tem aulas de dança com Johnny Castle. Só que ele, nas horas de folga, dança mais edificantemente, por assim dizer, com dançarinas pra apresentações e, quando uma delas precisa se ausentar, é “substituída” por Baby… Aí causa a maior treta do universo com a família… ENFIM. DUVIDO que o filme será tão… “Ritmo Quente” quanto o original, que a cena lá em cima existirá… Mas tou curioso pra saber quem é que vai interpretar os protagonistas. Aguardemos. Fonte: *Judão 8月19日 unha cinza? por: mayara geraldini
Uma das coisas que eu queria dar uma procurada aqui em Londres (estou de férias e fazendo cursos na cidade) era o esmalte cinza, ainda nem tão comum, mas uma das minhas apostas para o verão e quem sabe para o próximo inverno também. Faz um tempinho que ele apareceu como tendência cool, mas agora vai hein… Tem um ar grunge, meio Kate-Moss-kinda-look. Para quem gostou e ainda não achou um esmalte cinza opaco por aí, o blog Mão Feita ensina uma mistura super legal e que deu super certo. Vai lá para ver. Apesar que o estilista Reinaldo Lourenço, que sempre desenvolve cores junto com a Risquè, lançou a pouco tempo a cor Arábia, um cinza claro e opaco. Apesar de não ter tanto talento na hora de fazer a unha, pintei sozinha com esse esmalte. Um tom mais escuro. E aí gente? Gostaram? Será que o esmalte cinza vai ser o novo azul?
Fonte: FashionGirl 8月18日 40 anos do Festival de Woodstock![]()
"O que você faria se eu cantasse fora do tom?", pergunta a letra da canção "With a little help from my friends". A música dos Beatles que ganhou interpretação de Joe Cocker resume o espírito de Woodstock, festival que reuniu quase meio milhão de pessoas em uma fazenda em Bethel, perto de Nova York, entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969. Ao lado de Cocker, então praticamente desconhecido, 32 atrações - incluindo artistas como Jimi Hendrix, Janis Joplin, Santana, Sly & the Family Stone, The Who, entre outros - ajudaram a compor a trilha sonora de um evento que se tornaria lendário. Muitas bandas se separaram ou seus integrantes morreram, mas Woodstock é ainda um dos marcos que definem os anos 60 no imaginário popular. Os moradores de Middletown (Wallkill) não quiseram que o evento fosse realizado lá. Na última hora, os organizadores - Michael Lang, John Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld - tiveram de encontrar um outro local para os shows. Como se sabe, o evento acabou acontecendo em Bethel, comunidade rural a 145 km de Nova York, mas beirou o desastre total. As cercas foram derrubadas, e logo os ingressos, vendidos a US$ 18, se tornaram inúteis. Woodstock, então, passou a ser um "concerto livre". A organização esperava receber 200 mil pessoas ao longo dos três dias, mas em vez disso 400 mil fãs causaram congestionamentos quilométricos na região. E, para completar, as chuvas transformaram a fazenda em uma imensa poça de lama.
Poderia ter sido uma calamidade, mas o que se viu foi uma geração formada por estudantes, artistas, trabalhadores e doidões de LSD celebrando a paz, o amor e a música - um cenário que acabou se tornando símbolo do lado alegre da década de 1960, em meio à irritação e aos protestos pela Guerra do Vietnã. 10 meses de planejamento "Havia essa impressão de que era um lindo campo, que uma porção de gente apareceu, algumas bandas estavam na área, ergueram um palco e tocaram", disse Michael Lang em uma entrevista à Reuters. "Na verdade, levou 10 meses para planejar." Ele e seus parceiros buscaram a ajuda da Corporação de Engenheiros do Exército para a parte da logística. "Mas eles devem ter percebido o que estava acontecendo. Eles cancelaram uma reunião no Pentágono um dia antes, por isso fomos deixados por nossa conta", disse Lang. No momento em que a Guerra do Vietnã estava no auge e o movimento contra o conflito dividia os Estados Unidos, principalmente separando as gerações, é talvez pouco surpreendente que os militares não quisessem se envolver com o que estava sendo visto como um festival hippie. "Woodstock foi a realização de um sonho, mas não foi frustrante. Gostei de resolver problemas. Na época era excitante, não havia um plano e nós íamos resolvendo conforme as coisas aconteciam", afirmou. "Havia uma porção de semelhanças com o que está acontecendo agora no mundo. Foi a época do primeiro movimento no planeta, o movimento ecológico, que foi muito importante para nossa geração", acrescentou. Aquele verão 40 anos atrás também foi notável porque o homem caminhou na Lua pela primeira vez e os EUA ficaram horrorizados com Chappaquiddick, o acidente envolvendo o carro dirigido pelo senador Edward Kennedy, que resultou na morte de uma jovem que estava com ele, e os assassinatos de Charles Manson. Lang, que ainda hoje trabalha como produtor musical e promotor de eventos, também organizou concertos no 25º e 30º aniversários de Woodstock, com a presença de artistas mais contemporâneos. Mas de Richie Havens, que abriu o Woodstock original, a Jimi Hendrix, que o encerrou, é dos músicos que ele mais se recorda. "Houve três surpresas -- Joe Cocker, desconhecido na época; Carlos Santana -- você sabia que um superstar estava nascendo. E Sly Stone. Fiquei num canto do palco e vi todos eles", disse Lang. Sobreviventes Quatro décadas depois, sobreviventes de alguns dos atos promovidos em 1969 vão novamente ocupar o palco do que era a fazenda de leite Yasgur, mas hoje é o Bethel Woods Center for the Arts, no norte do Estado de Nova York. O show "Heróis de Woodstock", neste sábado (15), terá Levon Helm Band, Jefferson Starship, Ten Years After, Canned Heat, Big Brother e a Holding Company e Country Joe McDonald. Fonte: G1 8月9日 listaWill Smith lidera seleção com 'À procura da felicidade'.
8月8日 MúsicaDezenas de fãs se aglomeram todos os dias em uma das faixas de pedestres mais famosas do mundo, em frente aos estúdios da Abbey Road em Londres, para tirar a lendária foto dos Beatles atravessando a rua de mesmo nome, há 40 anos.
Mas agora, neste dia 8 de agosto, os nostálgicos dos "Fab' Four" vão lotar a emblemática rua para celebrar o 40º aniversário da foto, capa do último disco gravado e considerado o mais importante da banda, também chamado "Abbey Road". O ritual se repete a cada dia neste cruzamento, perto de St John's Wood, no noroeste de Londres. Centenas de turistas se fotografam fazendo os mesmos gestos: em fila indiana, olhar fixos para frente, pernas espaçadas. Fora o fato de as faixas brancas estarem desgastadas, o cenário quase não mudou. "É um dos raros endereços não alterados da história dos Beatles, onde podemos ter uma ideia do que aconteceu naquela época", explica um fã californiano. Popular na época, o bairro se tornou uma área residencial afastada de Londres, cheia de propriedades de milhões de libras. "É muita gente que vem aqui, gente demais para alguns motoristas que buzinam e gritam palavras nada gentis em inglês", conta Paul, vendo os turistas demorarem na posa para tirar a foto na faixa de pedestres. Quinze metros mais longe, no número 3 de Abbey Road, o estúdio de gravação é a segunda etapa da peregrinação. Além dos Beatles, Fred Astaire, Glenn Miller, Pink Floyd, Oasis e U2 já gravaram lá. Mas as milhares de assinaturas e grafites do muro da entrada são dedicados aos Beatles. Marcelo, um fã brasileiro dos Beatles, está a procura de seu nome, gravado ali há 13 anos. Entre os inúmeros rabiscos, há frases apaixonadas como "Simon and Alice here come together", "Come together over", "This is where the magic happened", em geral resumidas por um título de suas músicas: "Here comes the sun" e "All you need is love". Marcelo continua procurando. Sem sucesso. "O guia nos disse que eles pintam o muro seis vezes ao ano", explicou Lucille. Até as casas vizinhas foram invadidas. "As pessoas vêem aqui e batem à porta para que os deixemos entrar, mas não temos nada a ver com o estúdio", contou, visivelmente aborrecido um senhor de 60 anos e morador do número um da Abbey Road. Acima do cruzamento, o estúdio da Abbey Road instalou uma webcam e, desde 1999, um site convida os fãs a publicar suas melhores fotos. Christophe e seus filhos estão satisfeitos com as que tiraram. "Agora fazemos um pouco parte dessa foto histórico", explicou. Fonte: G1 8月7日 Festivais de cinema
O filme "Nowhere boy", sobre a vida de John Lennon, vai encerrar o Festival de Cinema de Londres deste ano, anunciaram organizadores do evento nesta segunda-feira (3). O longa-metragem retrata Lennon aos 15 anos, morando em Liverpool, e explora o relacionamento do músico com sua mãe, Julia, e sua tia Mimi, que o criou. "Nowhere boy" é o longa de estreia do artista plástico Sam Taylor-Wood, e traz o novato Aaron Johnson no papel de Lennon. Kristin Scott Thomas interpreta Mimi, e Anne-Marie Duff vive Julia. O roteiro é baseado no livro "Imagine this: Growing up with my brother John Lennon", escrito por Julia Baird, uma das irmãs do ex-Beatle. A 53ª edição do festival começa dia 14 de outubro com a animação "Fantastic Mr. Fox", do diretor Wes Anderson, e acontece até 29 de outubro. Fonte: G1 Lista![]()
Cinema nacional![]() conta história de amor entre lésbica e travesti em Copacabana 03/08/09 - 07h00 - Atualizado em 03/08/09 - 14h43 Um pai abandona a família para se tornar travesti. Anos mais tarde, tenta se reconciliar com os parentes, mas se apaixona pela namorada do filho. O caso mostrado em um programa mexicano, desses no qual convidados lavam a roupa suja em frente a um auditório, inspirou a história do filme "Elvis e Madona", do diretor Marcelo Laffitte. O longa tem a atriz Simone Spoladore no papel da lésbica Elvis e o ator Igor Cotrim como o transex Madona. A produção, filmada em 2008, está em fase de tratamento de imagem e deve estrear em novembro de 2010, no Festival de Brasília. "É uma história de amor muito delicada, com toques de comédia", define o diretor, que escreveu o roteiro "imediatamente" após assistir o tal programa sensacionalista na TV americana, quando foi lançar o curta "Vox populi" em uma mostra em Miami, há 12 anos. "Foi árduo conseguir verba para as filmagens. Começamos a rodar em 2007, daí acabou o dinheiro, retomamos em 2008". Assim como a dificuldade em conseguir patrocínio - o longa custou R$ 1,2 milhões -, Laffitte temia que o enredo de "Elvis e Madonna" afugentasse o público mais conservador. O receio passou após algumas exibições-teste, com diferentes perfis de espectadores. "Logo nos dez primeiros minutos os personagens estão tão bem desenhados, que as pessoas se desligam do fato de que se trata de um travesti e uma lésbica se apaixonando. Eles vão se divertindo com a história, se envolvendo com essa coisa do feminino e do masculino do casal se sobressair conforme as situações". Para diminuir o impacto do argumento, Laffitte preferiu deixar os protagonistas longe de ambientes marginalizados, como geralmente são retratados os homossexuais no cinema nacional. Madona é uma cabeleireira que trabalha duro para realizar o sonho de produzir um espetáculo musical com drag queens. Elvis, entregadora de pizza, na verdade quer ser fotógrafa. Ambos vivem em Copacabana, onde se passa a maioria das cenas. O bairro carioca serviu também de inspiração para a música-tema "I love you, Copacabana", composta por Laffitte e Gabriel Moura e gravada por Elza Soares especialmente para o filme. "O encontro da dupla acontece quando Elvis faz um delivery no apartamento de Madona e a vê toda machucada, após levar uma surra. Ali começa a amizade, que mais tarde evolui para um sentimento forte", explica o cineasta. Madona com um 'n' só A escolha do nome do casal central não é apenas uma referência a dois grandes ícones do pop. Segundo Laffitte, "Elvis" é uma homenagem a uma amiga de infância chamada Elvira, que jocosamente recebeu o apelido. "Madona é por causa da popstar mesmo, mas a gente preferiu escrever com um 'n' só, para evitar problemas jurídicos". As associações à rainha do pop aparecem vez ou outra no filme. Igor Cotrim, o ator que dá vida à travesti, fez da música "Who's that girl?" um bordão da personagem. "Ela sempre diz essa frase quando se olha no espelho e se acha divina!", brinca Cotrim. O ator foi o último a ser escolhido para integrar o elenco, que também tem Maitê Proença, José Wilker, Buza Ferraz e Sérgio Bezerra. "O Igor foi o que se saiu melhor no teste, que teve mais química com a Simone", explica o diretor. "De início meu plano era ter um travesti de verdade no papel de Madona, inclusive fiz testes com alguns na Lapa". Alguns destes processos de seleção podem ser vistos no YouTube. "Quando fiquei sabendo do filme, me depilei e fui com a cara de pau, unha postiça e a coragem para o teste. Nunca fiz cinema, sempre fui ator de teatro", afirma Cotrim, que na televisão atuou na novela "Mulheres apaixonadas" (2003) e na série "Sandy e Júnior" (1999). Shows de drag queens e conversas com travestis na Lapa carioca serviram de laboratório, como conta o ator. "Foi lá que aprendi o gestual, a jogada de quadril, como mexer o cabelão, de misturar um monte de gírias com termos do candomblé", enumera. "Meu papel é o da 'mulherzinha' do romance, principalmente nas cenas mais quentes, quando Elvis vem para cima, querendo comer a Madona", debocha. Simone Spoladore, segundo define o diretor, foi orientada a ser uma "lésbica gatinha". "Claro que em alguns momentos ela tem uma expressão corporal mais dura. Mas a gente não queria que fosse uma mulher masculinizada. Ela faz uma lésbica gatinha, com momentos delicados", diz Laffitte. A mesma preocupação teve a atriz. "Não queria que ficasse uma coisa estereotipada. Fui a boates gays observar as meninas, observei algumas à minha volta", conta. Para Simone, "Elvis e Madona" está longe de ser polêmico e deverá agradar o público. "É um filme muito simpático, com situações de humor. Tem todos os elementos de uma comédia romântica, apesar de o casal ser meio torto". Fonte: G1 8月4日 cinema / ListaRevista elege os 10 maiores nerds da história do cinema Do G1, no Rio A revista "Empire" traz em sua edição mais recente uma lista dos 10 maiores nerds da história do cinema. A seleção de personagens inclui filmes de diversos gêneros e épocas, como Clark Kent (Christopher Reeve), de "Super-homem", Louis Tully (Rick Moranis), de "Os caça-fantasmas", e Ned Gold (Thomas Lennon), de "17 outra vez", em cartaz atualmente nos cinemas. "Os nerds estão rindo por último", diz o texto de apresentação da lista, que tem o objetivo de homenagear essas figuras que hoje garantem grande parte dos lucros de Hollywood e conseguiram transformar a Comic-Con San Diego, que terminou no domingo (26), em um evento tão importante para a indústria cinematográfica quando o Festival de Cannes. A revista justifica sua seleção de personagens em seu site. Confira abaixo a lista completa. Revista elege os 10 maiores nerds da história do cinema
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