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日志


11月24日

Crepusculinho 86

 Por Robson Reis.

11月20日

I have a dream…

Discurso realizado em 28 de agosto de 1963, em Washington, EUA, no Lincoln Memorial - "I have a dream"

"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.

Cem anos atrás, um grande estadunidense, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros. Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre. Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação. Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade estadunidense e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.

De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo estadunidense seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes".

Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.

Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo. Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia. Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial. Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.

Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.

Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.

E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"

Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.

Eu não esqueci que alguns de vocês vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de vocês vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Vocês são os veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.

Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.

Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.

Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.

Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.

Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.

Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livres. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.

"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.

Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,

De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"

E se os Estados Unidos é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.

E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.

Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.

Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.

Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.

Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.

Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.

Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.

Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.

Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.

E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:

  • "Livre afinal, livre afinal.

Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."

11月15日

música / Elvis Presley

Fio de cabelo de Elvis Presley é vendido por R$ 3 mil

Da EFE

Um fio de cabelo de Elvis Presley recolhido nos Estados Unidos por seu cabeleireiro particular foi leiloado por mil libras - cerca de R$ 3 mil - neste sábado (14).

A casa de leilões Henry Aldbridge and Son, localizada no condado de Wiltshire, arrecadou muito mais do que o esperado ao conseguir vender o fio de cabelo bem acima do preço estimado de entre 150 e 250 libras (entre US$ 250 e US$ 417).

O fio foi emoldurado junto a uma fotografia do "rei do rock" e possui um certificado de autenticidade.

Segundo os leiloeiros, o fio de cabelo foi adquirido inicialmente em setembro de 2002 das mãos de Thomas Morgan, que trabalhava no escritório do xerife do condado de Shelby, nos Estados Unidos, e conheceu Elvis pessoalmente.

Morgan recebeu o fio de cabelo de Homer Gill Gilleland, barbeiro de Elvis por 20 anos.

Gilleland costumava acompanhar o cantor em suas excursões e se encarregava de tingir e cortar seu cabelo.

Aparentemente, o cabeleireiro conservou uma grande quantidade de fios de cabelo de Elvis em uma bolsa de plástico até a morte do artista, em 1977.

Após o falecimento, Gilleland começou a vender os fios em uma loja de lembranças próxima à mansão de Graceland, em Memphis (EUA), onde Elvis morou.

Fonte: G1

11月14日

Eu queroooo! Linha fofa de beleza!!!!

Alguém aí mora nas redondezas do Reúno Unido para fazer um pedido para moi? É que a Pupa Cosméticos, uma marca de beleza italiana fez uma linha de produtos super fofa para meninas. Além da linha de make, tem a de banho e pele, protetores solares e perfumes. Olha só que coisa linda!

Os produtos estão disponíveis só no Reino Unido   e custa entre R$25 e R$140.

No site FabSugar tem mais fotos e informações.

Fonte: fashiongir

11月13日

Só podia ser tuailaite…

Tuailaite sempre com a seu bom humor relacionado as noticias do cast da saga. Confira o post da do Carmo:

ui ui ai ai

TÃO SE PEGANDO, TÃ NÃ NÃ, TÃO SE PEGANDO, TÃ NÃ NÃ! *bate palminhas feito Belinha de toma lá dá cá*

HAHAHAHA hilário, mas será que eles estão? Oô

Fonte: Tuailaite

11月12日

música / Aerosmith

No palco com Joe Perry, Steven Tyler nega saída do Aerosmith

O vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, se juntou a Joe Perry durante apresentação em Nova York para esclarecer o futuro da tradicional banda de rock.

"Nova York, quero que você saiba que não estou deixando o Aerosmith", disse Tyler a fãs em uma aparição surpresa na terça-feira (10) à noite, durante show do projeto solo de Perry, informou o site da "NME".

Tyler, de 61 anos, e Perry, seu parceiro por 40 anos, cantaram uma versão de "Walk this way", um dos clássicos do Aerosmith.

O futuro do grupo é incerto desde que uma turnê pela América do Norte foi reduzida após a queda de Tyler no palco, e relações entre Perry e Tyler terem esfriado com mensagens duras no Twitter e dúvidas sobre a permanência de Tyler na banda.

Tyler disse ao site de celebridades "TMZ" após a apresentação de terça-feira que "há absolutamente nenhuma validade o rumor de que o Aerosmith está se separando".

Sobre a presença de Tyler em seu show, Perry disse: "ele não poderia ficar de longe". Perguntado sobre os rumores de desmanche do grupo, Perry disse ao "TMZ": "Nada disso é verdade".

Fonte: G1